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2 de março de 2026


 

A COVARDIA DOS GOLPISTAS DO MARACANÃ

A final do Campeonato Carioca de 2026 será (outra vez) Da Mutreta x Fidalgo – Fla-Flu - os coirmãos que deram o golpe ao se apossar da Arena Maracanã em uma licitação com rabo, fuço, patas e cheiro de fraudulenta. Parece um jogo de cartas marcadas: o Da Mutreta, de virtual eliminado, subitamente virou finalista, enquanto o Fidalgo se favoreceu de situações estranhas na semifinal contra o Vasco.

Mandante no primeiro confronto (22\2, domingo) da semifinal, o Vasco foi proibido de enfrentar o Fidalgo no Maracanã. Ainda tristonhos com a eliminação na Copa do Brasil de 2025 na arena da licitação suspeita, e em choque com a festa dos vascaínos que a lotaram, os tricolores tiveram o apoio do coirmão, da FERJ, da TV Globo e da Polícia Militar do governador flamenguista Claudio Castro para impedir o Vasco de atuar no Maracanã ou até em São Januário.

Com método e covardia, eles esvaziaram o clássico, forçadamente realizado no Engenhão com apenas 10 mil pagantes (sem vendas na bilheteria) – Fidalgo 1x0 Vasco – domingo de carnaval. Por que Engenhão? Por que domingo? Porque o time dos ricaços de Laranjeiras havia perdido as duas últimas na arena, com sua pequena torcida engolida. Na última, com 65.000 pagantes (50.000 vascaínos).

No mesmo domingo (22\2) o Da Mutreta fez questão de encarar o Madureira no Maracanã, na outra semifinal. Bateu o pé: daqui eu não saio! Conta simples: 2 + 2 = 4. Vasco x Fluminense é clássico; Flamengo x Madureira não é. Ora: Vasco x Fluminense é no Maracanã e Flamengo x Madureira em outro estádio, outro dia. Eis o pensamento de um desportista com sentido de justiça, não para os cartolas dos coirmãos. 

Nem para a TV Globo, a vanguarda da FlaPress, ao impedir que o clássico pudesse ocorrer sábado à tarde ou segunda-feira no Maracanã com forte presença de vascaínos para não mudar sua grade de programação. Nem para o BEPE, que há vários anos proíbe dois jogos com torcidas rivais no mesmo dia e abriu exceção naquele domingo (22\2). Ou seja, a Polícia Militar botou em risco a população. Por acaso, não aconteceu mais uma tragédia.

No jogo de volta pela semifinal, Fidalgo 1x1 Vasco, mando de campo do Tricolor, que tinha a vantagem do empate – dessa vez domingo (1\3) no Maracanã... Com Flamengo x Madureira no dia seguinte (2\3) – distribuiu de graça ingressos aos associados (35 mil pagantes). Sem tempo a perder, a FERJ escalou o juiz Wagner do Nascimento para ter a certeza de que tudo correria como planejado.

Foi então que, aos 25 minutos do segundo tempo, marcou um pênalti a favor do Vasco, que ganhava por 1x0. Brenner perdeu. Porém, a grande área foi invadida por vários jogadores do Fidalgo antes da cobrança, diante do juiz – ele viu! -, o que é PROIBIDO pela FIFA, mas a irregularidade passou batida quando o correto, o justo, o legal, o bacana, o decente seria ter assinalado a repetição da cobrança.

No final, graças a um pênalti, o Fidalgo empatou e garantiu sua vaga na decisão.


GÓMEZ SE REVOLTA COM ARBITRAGEM

Andrés Gómez ficou indignado com a eliminação para o Fluminense neste domingo (1\2) e postou no seu Instagram a imagem da grande área invadida por vários adversários, diante do juiz, antes da cobrança errada de Brenner. Inclusive Samuel Xavier, que isolou o rebote para longe. Em vez de voltar o lance, o juiz WAGNER DO NASCIMENTO ignorou a REGRA 14 da IFAB (FIFA) por distração ou má fé (FOTO). 

“Que vergonha que num futebol tão competitivo se permitam essas coisas tendo um VAR. A pior e mais horrível sensação que deixam esses momentos”, desabafou o atacante, em espanhol.

É a quarta vez em 13 jogos na temporada que o Vasco é vítima do vandalismo dos juízes escalados pela FERJ e pela CBF.

O primeiro foi BRUNO ARLEU ARAÚJO. No Vasco 0x1 Flamengo, ele expulsou Barros num lance de cartão amarelo até para o comentarista de arbitragem de TV Globo, Paulo Cesar Oliveira. Com um a mais, o rival fez o gol e ficou por isso mesmo.

Depois, foi o sempre suspeito WILSON PEREIRA DE SAMPAIO, no 1x1 contra a Chapecoense, ao anular um gol vascaíno legítimo alegando falta de Nuno no goleiro, o que absolutamente não aconteceu. Menos dois pontos na conta...

No 0x0 com o Madureira, em São Januário, LUCAS COELHO SANTOS botou na cabeça que o pênalti claro sofrido por Andrés Gómez no segundo tempo não foi pênalti.

6 de fevereiro de 2026

                                                                       

GOIANO SE FANTASIA DE JUIZ LADRÃO 

Um cidadão procedente de Goiás de nome Wilson Pereira de Sampaio – profissão desconhecida – surgiu no salão de São Januário na última quinta-feira à noite (5\2), dizendo que ia apitar o baile: Vasco x Chapecoense. O anfitrião se vestia de Almirante, a Chape de colombina e Sampaio de juiz ladrão. Todo mundo achou a fantasia dele estranha, porém, como tinha credencias da CBF – a LIESA do mal – foi aceito numa boa.

As marchinhas enchiam o salão de alegria, isso até Brenner abrir o placar. Vasco 1 a 0. Só que o tal juiz ladrão anulou o gol marcando uma falta inexistente de Nuno no goleiro (VÍDEO).

Como não estava sob o efeito de lança perfume ou cheirinho da loló, ele simplesmente tentava fazer jus à fantasia. Feliz da vida como um bate-bola, deixou de marcar um pênalti no segundo tempo para o dono do baile.

No último ato a Chapecoense deu o seu único chute a gol em 96 minutos. 1 a 1. Enquanto São Januário ia virando baile funk o cidadão procedente de Goiás nem tirou sua fantasia de juiz ladrão, pegou um carrão de vidro preto e se mandou.

Começou o Carnaval.

22 de janeiro de 2026

 


JUIZ É SUSPEITO DE PILANTRAGEM

Bruno Arleu Araújo, o juiz de futebol que prejudicou o Vasco na derrota de 1x0 para o Flamengo, na última quarta-feira (21\1), o fez por ser um péssimo árbitro – suspenso duas vezes pela CBF por deficiência técnica no Brasileirão-25 – ou porque tinha a intenção de favorecer o Clube da Mutreta?


Foi estranha a expulsão do volante Barros, aos 4 minutos do segundo tempo, e uma prova está neste vídeo (ABAIXO), no qual Wesley – em outro Vasco x Flamengo apitado por Arleu – entra de sola, na maldade, no tornozelo de Vegetti e o suspeito de favorecimento puniu o carniceiro com apenas um cartão amarelo.



21 de janeiro de 2026


DIEGO SOUZA DESABAFA: COVARDIA

O ex-jogador diz que o Flamengo não precisa mais ser favorecido por juízes, sem considerar a irresistível força do hábito. Já para o técnico Fernando Diniz, a estranhíssima expulsão de Barros determinou a derrota por 1x0. 



JÁ COMEÇOU A MUTRETA?


O Flamengo acaba de ganhar roubado por 1x0 do Vasco. Dessa vez o golpe ocorreu aos 4 minutos do segundo tempo, quando Barros foi expulso num lance em que merecia um cartão amarelo no máximo. Há dúvidas sobre intenção do jogador, mas o  juiz Bruno Arleu Araújo viu maldade. Arleu que foi suspenso duas vezes pela CBF no último Campeonato Brasileiro por incapacidade técnica.

Tirou de campo o principal marcador do time do Vasco na maior cara de pau e ficou por isso mesmo.

O ex-juiz e comentarista contratado pela FlaPress – a TV Globo –, Paulo César de Oliveira, de péssima lembrança para os vascaínos, considerou injusto o cartão vermelho. Paulo Nunes, outro (bom) comentarista e ex-jogador do rival, era o menos imparcial da equipe: “Não sei se foi com essa intensidade toda”...

Curiosamente, o gol foi de Carrascal, o mesmo que por pouco não quebrou perna de Fabinho, do Red Bull Bragantino, e sequer recebeu amarelo do juiz Antônio do Nascimento (o VAR nem chamou sua atenção)... A falta por trás de Barros também fez lembrar a final da Libertadores-25, quando Pulgar deveria ter sido expulso no início por agredir um atleta do Palmeiras com o jogo interrompido.

Nesses três episódios estava 0x0 (contra Vasco, Red Bull Bragantino e Palmeiras).

Nesses três os juízes mudaram o destino dos acontecimentos.

Nesses três o Flamengo venceu.

Mutreta?... Imagina! A lei é diferente para alguns. 


15 de fevereiro de 2024

 


ALEXANDRE MATTOS CAI NA REAL 


Aborrecido com o desempenho da arbitragem após o empate em 0x0 com o Fluminense, na última quarta-feira (15-2), o diretor de futebol Alexandre Mattos fez um desabafo:


- Quando cheguei me falaram que eu ia ver o Vasco ser muito prejudicado e, infelizmente, estou vendo a dificuldade do Vasco no Campeonato Carioca. Um pouco de má vontade com incompetência, mas está demais.

Alexandre Mattos recusou o convite de Rubens Lopes, presidente da FERJ, para visitar a entidade e debater a atuação do juiz Bruno Mota Corrêa.

- Para quê? Em outras vezes aceitamos, fomos recebidos bem, tentamos ajudar, até parabenizo o presidente que tenta fazer algo decente, mas o material humano está comprometendo. O juiz se perdeu, começou a distribuir cartão e na hora que precisou dar para o André não teve coragem.

É possível que o Vasco pleiteie a escalação de árbitros de outros Estados ou países nos jogos finais do Campeonato Carioca. Assim acontecia nas décadas de 1940 e 1950, pelos mesmos motivos.

- Ninguém mais tem confiança: a torcida, os dirigentes e os jogadores. Fica a nossa reclamação pública. Faremos isso no papel também, exigir que tenha punição e outras medidas. Chega! Não dá mais – disparou Mattos.

Na entrevista coletiva após o clássico, Emiliano Díaz, auxiliar e filho do técnico Ramón Díaz, lembrou que no Brasileirão-2023 os árbitros fizeram tudo para rebaixar o Vasco. 

O jornalista esportivo Benjamin Back, paulista – off FlaPress - se impressionou com o ocorrido no Maracanã, ao ponto de desconfiar de algo fora do normal em sua página no Instagram:

- Parece que existe uma força oculta que impede o Vasco de crescer. É absurdo o que fazem com o Vasco no Rio de Janeiro...

 


NOTA OFICIAL DO VASCO

É REVOLTANTE presenciar mais um espetáculo MANCHADO por mais uma arbitragem, pela quarta vez consecutiva, no mínimo, de baixíssima qualidade e QUESTIONÁVEL.

É VERGONHOSO assistir o gramado de um importante templo do futebol em condições PÍFIAS de conservação e manutenção por seus INCOMPETENTES administradores.

É LAMENTÁVEL assistir a decadência de um campeonato que já foi, e tinha tudo pra ser, o maior do Brasil.

Uma quarta-feira para ficar nas cinzas da história do futebol.

O Vasco da Gama ingressará com medida e solicita à FERJ, entre outras exigências, a suspensão de mais um árbitro do campeonato, o senhor Bruno Mota Correia.

Solicita também o envio pela FERJ dos relatórios da empresa contratada para analisar a arbitragem de todos os jogos do Vasco no campeonato.

Solicita uma ação imediata em resposta aos problemas crônicos com arbitragens questionáveis no campeonato. É urgente a tomada de ações efetivas e imediatas e não mais de reuniões e promessas.

Resistiremos. Contra tudo e contra todos.


JUIZ IMPEDE A VITÓRIA DO VASCO

Ao anular um gol legítimo de Vegetti, aos 45’ do segundo tempo, o juiz Bruno Mota Corrêa impediu a vitória do Vasco, no 0x0 contra o Fluminense desta quarta-feira à noite, no Maracanã. É o quarto jogo em que o time de São Januário vê-se prejudicado pelas arbitragens neste Campeonato Carioca.

Bruno Mota Corrêa não poderia trair seu coração: circula na Internet uma foto, possivelmente dele, vestido com a camisa da Young Flu – facção criminosa vetada nos estádios, inimiga dos vascaínos –, mais jovem, promovendo a violência.

Se confirmada a veracidade desta foto, seria o caso de anulação da partida.

Até o ex-juiz Carlos Eugênio Simon – no passado, um recordista quando o assunto era prejudicar o Vasco –, hoje comentarista de uma emissora de TV, concordou que o gol de Vegetti foi legal, pois o atacante, de forma alguma, cometeu falta no seu marcador.

Houve outros lances polêmicos ignorados pelo “distraído” Bruno Mota Corrêa. Fanático tricolor ou não, do tipo raivoso ou não, poderia ter assinalado ao menos dois pênaltis a favor do Vasco, um de Ganso em Vegetti e outro de Cano, com a bola explodindo no braço dele, na grande área, quando estava na barreira.

O VAR apontou a possível irregularidade, o juiz foi convocado a observar as imagens e ficou por isso mesmo. De quebra, anulou um gol de David por impedimento, duvidoso até no VAR, no começo do 2º tempo, expulsou injustamente Medel – relatou na súmula por ter dado um soco e é mentira - e não fez o mesmo com André, que já tinha cartão amarelo, após uma agressão a Zé Gabriel.

Sobre o violentíssimo Felipe Mello, ele foi visto pouco antes do jogo sorrindo e dando tapinhas no rosto de um componente do trio de arbitragem. Seriam eles... Amigões?

À noite, a FERJ – que de inocente nada tem - emitiu uma nota em defesa de Bruno Mota Corrêa, com a chancela da empresa de consultoria Good Game, famosa e “imparcial”, jura a federação.

6 de fevereiro de 2024

 


RIVAL APELA AO VAR E DÁ ERRADO 

Quando Leo Jardim (FOTOpulou no canto e defendeu a cobrança de pênalti de Gabi, aos 45’ do segundo tempo, garantindo o 0x0 no Vasco x Flamengo do último domingo, os cartolas do rival se enfureceram porque na visão deles o melhor goleiro do Brasil tinha se adiantado. Foram interpelar a equipe de VAR da FERJ e tiveram acesso – exclusivo e em primeira mão, um privilégio – das filmagens indicando ter sido um lance normal, porque o pé direito de Jardim estava sobre a linha. O juiz Wagner do Nascimento Magalhães tinha razão... 
 
Porém, o mesmo Nascimento errou feio Vasco 2x0 Boavista, quando, aos 32’ do primeiro tempo, Matheus Lucas acertou uma cotovelada na parte de trás da cabeça de Capasso e nem recebeu cartão amarelo. Ele estava em cima do lance. Abriu um rasgo no couro cabeludo por onde escorreu sangue. Julgado pelo TJD a pedido do Vasco, Matheus Lucas foi suspenso quatro jogos.

O time de São Januário, depois, seria prejudicado pela arbitragem no Vasco 2x2 Bangu, em Brasília. O juiz Tarcizo Pinheiro Caetano estava distraído quando os banguenses entravam para rachar. Valnei deixou as travas da chuteira na canela de Zé Gabriel. Mas expulsou Jair, aos 4’ de jogo, em lance no qual merecia no máximo o amarelo. Aos 53’ do segundo tempo, Payet teria feito o gol que seria o da vitória, mas o juiz excedeu o tempo  de acréscimo até o gol de empate do adversário, em cobrança de pênalti. 

O terceiro “azar” dos juízes neste Campeonato Carioca-2024 foi no Vasco 0x2 Nova Iguaçu, em Uberlândia-MG. A falha de João Marcos Gonçalves Fernandes foi tão grosseira que no mesmo dia foi afastado pela FERJ e, atualmente, passa por reciclagem. Tudo por causa dos pontapés sofridos por Rossi, dados por Cayo Tenório. Na segunda agressão, ele já tinha cartão amarelo e tirou o atacante vascaíno da partida. Nada aconteceu a Tenório. 

29 de novembro de 2023


O JUIZ QUE SUMIU COM UM PÊNALTI 

Como juiz, Paulo César Oliveira costumava ser assustador para a torcida do Vasco. Na função de comentarista da FlaPress, no SporTV, é bem mais justo. Por isso, no jogo desta terça-feira (28-11) condenou a não marcação de um pênalti quando estava Corinthians 3x2, aos 28min do segundo tempo, cometido por Moscardo e desconsiderado pelo juiz Sávio Pereira Sampaio (DF) e pelo representante de VAR, Daniel Nobre Bins (RS). 

Semelhante a um sofrido pelo Vasco na rodada anterior.

 Ele até tentou evitar, mas a bola bateu no cotovelo, que estava ampliando o espaço do corpo, uma posição antinatural. Esse lance lembra o pênalti cometido pelo Rossi contra o Cruzeiro  observou Paulo César Oliveira.

Pela oitava vez o Vasco teve um jogo raptado por um juiz escalado pela CBF neste Campeonato Brasileiro. O Corinthians – como quase sempre – se favoreceu da arbitragem para vencer (4x2), algo que virou rotina faz tempo – neste quesito, talvez, só perca para o Flamengo.

Sávio Pereira Sampaio errou e deixou claro que o fez intencionalmente.

Erro técnico, não de interpretação.

Erro assumido pelo autor – por incompetência ou razões inconfessáveis.

Veja só:

Quando os jogadores vascaínos foram reclamar, solicitar que o VAR checasse, ele fez um gesto com as mãos – claríssimo – de que a bola teria quicado no gramado antes de atingir o braço de Moscardo – e, neste caso, não seria pênalti.

Acontece que de maneira alguma isso aconteceu.

PS. De quebra, Sampaio relatou na súmula que depois do quatro gol alguns objetos foram atirados em campo – uma lata de cerveja fechada, copos de plástico – sem atingir ninguém. Disse que os autores não tinham sido identificado até ele desaparecer.

PS II. Com exceção de Paulo César Oliveira, outra vez a sinistra FlaPress (Fla-Flu) fez cara de paisagem. Inclusive na transmissão pelo SporTV.

PS III. A vitória do Vasco poderia ter sido facilitada caso a partida fosse no Maracanã, o que, melancolicamente, não aconteceu. Em São Januário, o prejuízo foi total. Irreversível.    

22 de novembro de 2023



 

BASSOLS, UMA GRANDE PIADA


De péssima lembrança para os vascaínos, o ex-juiz flamenguista Péricles Bassols – um dos piores da história – é funcionário da CBF! Por louvor (sic) ele foi promovido a “gerente técnico do VAR” e parece que isso explica o motivo de a tecnologia, benvinda no mundo inteiro, gerar tanta polêmica no Brasil. 

Nos 112 jogos em que trabalhou diretamente - até outubro/2023 - nenhum foi do Vasco. 

Autocensura? 

Dentista de profissão, Bassols (e seus colegas em outras partidas) saqueou do Vasco – por razões misteriosas – o título de Campeão Brasileiro de 2011. Isso mesmo: o Corinthians foi o campeão com dois pontos a mais e Bassols errou (?) nos dois Clássicos dos Milhões (0x0 e 1x1), tirando quatro pontos (VÍDEO) do time de São Januário.

Em jogadas tão escandalosos que é difícil crer que foi “apenas” falha humana.

Primeiro, em agosto, no Engenhão.
 
A pressão teve início na véspera: na FlaPress, Luxemburgo, o técnico rubro-negro, se dizia preocupado com a arbitragem. O Vasco, sim, tinha razão para tal, pois fora lesado por Bassols em outros carnavais. Repetiu a dose: nos finalzinho, Bernardo sofreu pênalti escandaloso de Leo Moura e ele prosseguiu desfilando. 

Outro episódio ainda mais triste marcou o duelo: o técnico do Vasco, Ricardo Gomes, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no segundo tempo, na beira do gramado. Ao ser conduzido até a ambulância, a torcida rival gritava: “Hu\ vai morrer!” ...

Felipe recebeu cartão vermelho. A súmula explica:

“Após o término da partida, expulsei de forma direta o atleta Felipe, do Vasco, por contestar de forma acintosa a arbitragem com as seguintes palavras: Você é um c..., um ladrão safado, eu sei onde você treina e vou te pegar, tendo que ser contido pelo policiamento”.
Até o site globoesporte.com, da FlaPress, concordou que foi pênalti –  mas com a manchete enganosa: “Jogo polêmico”.

O segundo clássico manipulado por Bassols, no Maracanã, selou o destino do Brasileirão-2011: Corinthians campeão; Vasco vice. Faltou um gol... Poderia ter sido quando Diego Souza invadiu a área e foi derrubado por Williams, seguro pela camisa. Caiu para trás. O estádio inteiro viu.

Recentemente, em uma entrevista para o site da CBF, o detestável ex-juiz admitiu ter prejudicado o Vasco naqueles jogos. 
Sem querer, jura.

CRUZEIRO 2x2 VASCO (23-11-2023) - Bassols, o flamenguista - quem poderia imaginar! - pode ter sido o responsável pela escalação do baiano Pombo Lopez como responsável pelo VAR no Cruzeiro 2x2 Vasco - resultado que interessava a Bahia, Cruzeiro e Santos. Pombo solicitou o VAR em lance de bola na mão e também falhou no risco dando impedimento no que seria o gol da vitória vascaína. 


ÁRBITROS PERSEGUEM O VASCO NO BRASILEIRÃO


A torcida é tão habituada a ver o time ser prejudicado pela arbitragem que tem uma coleção de coros a respeito ... Neste Campeonato Brasileiro, o clube já formalizou cinco queixas ao diretor da arbitragem da CBF, Wilson Seneme. ... 
Algo que se repete mil vezes é  coincidência?! – o Vasco é prejudicado há tempos. O que passa? Juízes incompetentes? Ladrões (contratados por rivais ou por sites de apostas)? Não enxergam direito? Participam de algum tipo de complô? Odeiam os vascaínos? 

Não existe resposta.

VASCO 0x1 SANTOS – O juiz RODRIGO JOSÉ PEREIRA (PE) ignora três pênaltis a favor do Vasco e o responsável pelo VAR, CLERISTON BARRETO RIOS (SE), faz cara de paisagem. O primeiro, de Messias em Alex Teixeira. Os outros em Pedro Raul. Em um, no qual é deslocado, o comentarista e ex-juiz Paulo Cesar Oliveira e todos na bancada de um programa do SporTV – FlaPress na veia – concordaram que a penalidade devia ter sido marcada.

RED BULL BRAGANTINO 1x1 VASCO –  Pela segunda vez, o gerente de futebol Paulo Bracks protesta na sede da CBF, na Barra da Tijuca, agora em busca de “informações técnicas sobre alguns lances e decisões pontuais”. O juiz das lambanças é figura carimbada: ÂNDERSON DARONCO (RS), que ignorou um pênalti claro em  Orellano.

VASCO 1x0 ATLÉTICO-MG – O Vasco vencia o jogo, a torcida enchia o Maracanã e só queria saber de festa quando Gabriel Pec invadiu a grande área e foi deslocado na finalização. Pênalti claro, ignorado pelo juiz BRAULIO DA SILVA MACHADO (SC) e pelo responsável do VAR, RAFAEL TRACI (SC).

PALMEIRAS 1x0 VASCO – Paulinho acerta uma bomba de fora da área, o juiz WILSON PEREIRA DOS SANTOS (GO) valida o golaço e, então, acontece a covardia: o representante do VAR, IGOR BENEVENUTO DE OLIVEIRA (MG), o orienta erradamente a rever o lance e a mudar de ideia, anulando-o. A alegação é um impedimento de Vegetti que não existiu. O Vasco iria abrir o placar; o Palmeiras, incapaz de fazer gol com a bola rolando. A CBF reconheceu o erro.     

BAHIA 1x1 VASCO – Aos 16 minutos do segundo tempo, Gilberto desfere uma tesoura por trás em Marlon Gomes dentro da grande área e o juiz RAMON ABATTI ABEL (SC) marca o pênalti. Porém, o jogador do Bahia nem é advertido. Pela entrada, deveria ter sido expulso (já tinha cartão amarelo). Assim, o Vasco perdeu a chance de buscar a vitória atuando por meia hora com um jogador a mais em campo.

SANTOS 4x1 VASCO – Outra vez ÂNDERSON DARONCO (RS) apita jogo do Vasco e manipula o placar. A maldade: aos 11', com o time vascaíno melhor, ele inventa pênalti de Pumita em Marcos Leonardo, depois de ser instigado pelo responsável do VAR, WAGNER REWAY (MT). No final, vitória assegurada pelo time da casa, Soteldo fingiu ser um demente, subiu em cima da bola, arrumou confusão com três expulsões e recebeu um amarelo.

VASCO 0x0 SÃO PAULO - A quinta reclamação à CBF é em relação ao juiz BRAULIO DA SILVA MACHADO (SC), que assinalou pênalti, mas a bola acidentalmente bate no braço de Leo. A CBF admitiu o erro. VAR: RODRIGO D’ALONSO FERREIRA (SC). O zagueiro estava com o movimento natural, não interceptou a bola. Além disso, o juiz se recusou a dar pênalti quando um marcador travou o pé de Gabriel Pec na área.

CRUZEIRO 2x2 VASCO – Na operação "Salva Cruzeiro" (e "Salva Santos") da Série B-2024, o juiz LEANDRO VUADEN (RS) marcou pênalti num lance em que a bola tocou o braço de Rossi a meio metro do adversário. "Cavado" - solicitado pelo juiz do VAR, DIEGO POMBO LOPEZ (BA). Vuaden anulou três gols vascaínos - um deles, legal. 

VASCO 2x4 CORINTHIANS – Pênalti ignorado para o Vasco quando estava 3x3 em lance igual ao do jogo com o Cruzeiro e que resultou em penalidade a favor do adversário. 

2 de outubro de 2023


DARONCO, O DISTRAÍDO 

Desde sempre o juiz Ânderson Daronco (RS-FIFA) prejudica o Vasco. A chance é de quase 100% e o vascaíno sabe muito bem. O jogo acima é contra o Red Bull Bragantino, pelo Brasileirão-2023.      


VASCO DANÇA COM JUIZ BOMBADO

Num jogo de cartas marcadas, o Vasco perdeu para o Santos por 4x1, na tarde deste domingo (1\10), na Vila Belmiro. Tudo corria bem, o time vascaíno melhor, apertando e com bom toque de bola. Isso até os 9', quando o santista Marcos Leonardo cavou um pênalti em disputa normal com Pumita Rodríguez. O juiz Ânderson Daronco (RS-FIFA) em cima do lance mandou seguir. O narrador da Fla-Press (TV Globo), Everaldo Marques, não viu falta. Porque, realmente, não houve. Eis que o chefe do VAR, Wagner Reway (PB-FIFA), chamou Daronco ao pé do ouvido, e o persuadiu a marcar o pênalti fantasma. Santos 1x0.

A chuva não parava quando Vegetti empatou depois de tabela com Gabriel Pec. Com o Vasco melhor, parecia que a virada era questão de tempo. Daronco, o juiz, marombeiro, que marcara pênalti em um toque suave de Pumita, deixava o pau cantar. Não expulsou Rincón. O clima na Vila Belmiro andava tenso – o Santos na zona de rebaixamento – e suavizou quando fez dois gols relâmpagos no final do primeiro tempo. 

O Vasco piorou na segunda parte. Ânderson Daronco voltou a influenciar aos 8': Soteldo, pensando estar no circo, resolveu se equilibrar sobre a bola, gerando confusão. Dois expulsos, um de cada lado (e um reserva). Soteldo armou tudo, se desculpou e só ganhou um cartão amarelo. Teve tempo, inclusive, de fazer o último gol da tarde.

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Antes do jogo, um comportamento estúpido do Santos F.C.: o sistema de som da Vila Belmiro debochou do fato de o Vasco ter disputado algumas vezes a série B.