21 de abril de 2026

STF DECRETA: PÓ DE ARROZ É COISA DE RACISTA

Para a Justiça da República Federativa do Brasil, PÓ-DE-ARROZ é coisa de racista. Tudo começou em 2023, quando o empresário Rony Meisler, dono da grife Reserva, criticou o Fluminense por impedir o Vasco de jogar no Maracanã: “Um clube popular impedido por outro de PASSADO RACISTA”. Os cartolas do clube fidalgo entraram com uma ação judicial  por danos morais e ganharam em primeira instância, mas foram derrotados na segunda e no Superior Tribunal Federal, em Brasília, em março de 2026.

O que deixou amuado o presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, foi essa declaração de Meisler: “No sábado, o Fluminense colocou 38 mil torcedores no Maracanã. No domingo, dia seguinte, o Vasco colocou 60 mil. Evidência clara de que o Vasco precisa do Maracanã e o Fluminense poderia jogar em seu estádio nas Laranjeiras, onde há menos de um século eles mandavam pessoas pretas passarem pó de arroz no rosto para jogar futebol”.

Disse mais:Não tenho nada contra o Fluminense. Minha mãe é Fluminense, minha esposa e filha também. Portanto, esse desabafo é contra o seu presidente (...).  Trata o bem público (Maracanã) como seu e desrespeita o Vasco da Gama”.

O que motivou as críticas do empresário vascaíno foi uma entrevista de Bittencourt ao canal SporTV, da sinistra FlaPress, na qual ele covardemente atacou o Vasco.

Meisler foi defendido pelo vice-presidente Jurídico do Vasco, Felipe Carregal. A sentença foi reformada como “improcedente” pelos desembargadores em segunda instância e o mesmo no STF, em ambas por unanimidade.

PÓ DE ARROZ

Só os brancos jogavam no time de Laranjeiras, e daí o caso do mestiço Carlos Alberto, que trocou o América pelo Fluminense: em 1914. No estádio de Campos Sales, ele passou tanto pó de arroz que os torcedores rubros o acusaram de fazê-lo para embranquecer a cor da pele.

Zombavam: “Pó de arroz! Pó de arroz!”...

O deboche alastrou-se como insulto, até virar, muito tempo depois, orgulho para os tricolores, que chamavam os americanos de “pó de mico”, os vascaínos a partir da década seguinte de “pó da pérsia” (popular vermífugo) e os flamenguistas, nos anos 40, de “pó de carvão”.

No século XX apareceu uma “nova” versão, do clube, na qual o pó de arroz servia para substituir a loção pós-barba.

Não para o STF.

SÁBADO (25\4), LUGAR DE VASCAÍNO É NO MARACANAZINHO

Maior campeão de futsal do Rio de Janeiro, o Vasco retorna ao cenário nacional para encarar o Corinthians no próximo sábado (25\4), às 18h45, no Maracanazinho, pela primeira fase da Copa LNF (Liga Nacional de Futsal). O vencedor (em caso de empate, pênaltis) se garante nas oitavas-de-final desta competição que reúne os 32 melhores do Brasil.

O Vasco foi 12 vezes campeão do Rio de Janeiro (1982\ 1984\ 1999\ 2000\ 2000\ 2001\ 2001\ 2020\ 2022\ 2024\ 2024\ 2025), três vezes campeão brasileiro (1983\ 2000\ 2000), uma vez campeão sul-americano (1983) dentre outras conquistas internacionais (Torneio do Porto, Taça de Viseu etc).

Apesar do passado glorioso, o time na categoria adulto chegou até a ser desativado, o Vasco ingressou na LNF apenas em 2026 e, portanto, está disputando a “Série Silver” (segunda divisão). Perdeu os dois primeiros jogos. São 16 times e os quatro melhores se garantem na elite em 2027.

A principal competição do país é o Campeonato Brasileiro organizado desde 1996 pela LNF, com a chancela da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), porém, a mais tradicional é a Taça Brasil, desde 1968. A CBFS resolveu promover um Brasileirão à parte, a partir de 2024.

Já o Campeonato Metropolitano do Rio de Janeiro é o primeiro do Brasil, desde 1956, iniciativa do jornalista Newton Zarani, um craque da bola pesada e das palavras, como ex-repórter do extinto Jornal dos Sports. A partir de 1990, duas competições passaram a fazer parte do calendário: o Campeonato Carioca, no primeiro semestre, e o Campeonato Estadual, no segundo semestre.

O Vasco montou um dos times mais fortes da história do futsal mundial em 2000, com Manoel Tobias, Schumacher, Índio e outros craques, todos de Seleção Brasileira. Daí ter feito a melhor campanha da Taça Brasil, com 31 vitórias, cinco derrotas e nenhum empate. Na final, 4x2 sobre o Atlético-MG, no Maracanazinho, diante de 17 mil vascaínos.

A quadra foi tomada pela torcida – era um hábito nas conquistas no basquete e no futsal -, que, subitamente, absorveu os atletas em um tipo de festa que, por segurança, nunca mais irá se repetir.


INGRESSOS

https://lnftickets.com.br/ticket/buy/d3acd7c2-6f9b-489c-ad0c-4bf4dea33b30

Arquibancada: R$ 40 (R$ 20 – meia entrada); cadeira especial: R$ 80 (R$ 40 – meia entrada); e camarote-quadra: R$ 1000 (meia-entrada R$ 500). Abertura dos portões às 16h45. O Maracanazinho – estádio barbaramente usurpado em uma licitação fraudulenta pelos coirmãos Fla-Flu – fica na Rua professor Eurico Rabelo, S\N.

 

CATEGORIA ADULTO

 

CAMPEONATO METROPOLITANO

 

1955. BRÁS DE PINA (não oficial)

1956. IMPERIAL 

1957. GRAJAÚ TC

1958. GRAJAÚ TC

1959. FLUMINENSE

1960. AMÉRICA

1961. AMÉRICA

1962. AMÉRICA

1963. VILA ISABEL

1964. VILA ISABEL

1965. VILA ISABEL

1966. IMPERIAL

1967. CARIOCA

1968. AMÉRICA

1969. GRAJAÚ TC

1970. JACAREPAGUÁ TC

1971. ASTÓRIA

1972. GRAJAÚ TC

1973. GRAJAÚ CC

1974. CARIOCA

1975. MACKENZIE

1976. GRAJAÚ TC

1977. CASSINO BANGU

1978. CLUB MUNICIPAL

1979. MONTE SINAI

1980. MONTE SINAI

1981. MONTE SINAI

1982. VASCO

1983. ATLÂNTICA BOAVISTA

1984. VASCO

1985. BRADESCO

1986. BRADESCO

1987. BRADESCO

1988. BRADESCO

1989. BRADESCO

 

CAMPEONATO CARIOCA (1º semestre)

 

1990. HELÊNICO

1991. HELÊNICO

1992. HELÊNICO

1993. TIO SAM

1994. FONSECA

1995. GRAJAÚ TC

1996. TIO SAM

1997. IC JARDIM GUABANABA

1998. FLAMENGO

1999. VASCO

2000. VASCO

2001. VASCO

2002. OLARIA

2003. FLAMENGO

2004. PETRÓPOLIS EC

2005. MACAÉ SPORTS

2006. PETRÓPOLIS EC

2007. CE CABO FRIO

2008. CE CABO FRIO

2009. PETRÓPOLIS EC

2010. não foi realizado

2011. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2012. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2013. ADDP CABO FRIO

2014. ADDP CABO FRIO

2015. não foi realizado

2016. BOTAFOGO\ HELÊNICO

2017. CANTO DO RIO

2018. AA PORTUGUESA

2019. AA PORTUGUESA

2020. VASCO

2021. LIGA MAGEENSE

2022. EC CORRÊAS

2023. LIGA MAGEENSE

2024. VASCO

2025. CANTO DO RIO

 

CAMPEONATO ESTADUAL (2º semestre)

 

1990. ROCHA MIRANDA

1991. HELÊNICO

1992. HELÊNICO

1993. TIO SAM

1994. TIO SAM

1995. TIO SAM

1996. TIO SAM

1997. TIO SAM

1998. IC JARDIM GUABANABA

1999. RIO MIÉCIMO

2000. VASCO

2001. VASCO

2002. PETRÓPOLIS

2003. FLAMENGO

2004. TIO SAM

2005. PETRÓPOLIS

2006. PETRÓPOLIS

2007. TERESÓPOLIS

2008. FLAMENGO

2009. PETRÓPOLIS

2010. MACAÉ SPORTS

2011. BOTAFOGO \CASA DE ESPANHA

2012. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2013. ADDP CABO FRIO

2014. não foi realizado

2015. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA\ HELÊNICO

2016. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA\ HELÊNICO

2017. AA PORTUGUESA

2018. OLARIA

2019. OLARIA

2020. AA PORTUGUESA

2021. EC CORRÊAS

2022. VASCO

2023. EC CORRÊAS

2024. VASCO

2025. VASCO

 

TAÇA BRASIL (CBFS)

 

1968. CARIOCA

1969.  não foi realizado

1970. PALMEIRAS

1971. não foi realizado

1972.  SUMOV (CE)

1973. não foi realizado

1974.  CORINTHIANS

1975. não foi realizado

1976. NÁUTICO

1977. não foi realizado

1978. SUMOV (CE)

1979. não foi realizado

1980. SUMOV (CE)

1981. MONTE SINAI

1982.  SUMOV (CE)

1983. VASCO

1984. ATLÂNTICA BOAVISTA\ BRADESCO

1985. ATLÉTICO-MG

1986. SUMOV (CE)

1987. PERDIGÃO (SC)

1988. ÁGUA BRANCA (SP)

1989. ENXUTA (RS)

1990. PERDIGÃO (SC)

1991. BANFORT (CE)

1992. BANESPA (SP)

1993. ADC INPACEL (PR)

1994. ADC INPACEL (PR)

1995. ENXUTA (RS)

1996. ENXUTA (RS)

1997. BANESPA (SP)

1998. ADC GENERAL MOTORS (SP)

1999. INTERNACIONAL

2000. VASCO

2001. CARLOS BARBOSA (RS) e SUMOV (CE)

2002. MINAS TC

2003. JARAGUÁ (SC)

2004. JARAGUÁ (SC)

2005. JARAGUÁ (SC)

2006. JARAGUÁ (SC)

2007. JARAGUÁ (SC)

2008. JARAGUÁ (SC)

2009. CARLOS BARBOSA (RS)

2010. CORINTHIANS\ SÃO CAETANO

2011. JOINVILLE EC

2012. MINAS TC

2013. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2014. CRATEÚS (CE)

2015. JARAGUÁ (SC)

2016. CARLOS BARBOSA (RS)

2017. JOINVILLE EC

2018. PATO FUTSAL (PR)

2019. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2020. MINAS TC

2021. MAGNUS FUTSAL (SP)

2022. JOINVILLE EC

2023. PRAIA CLUBE (MG)

2024. JOINVILLE EC

2025. TRAIPU (AL)

 

CAMPEONATO BRASILEIRO (LIGA)

 

1996. ULBRA (RS)

1997. ATLÉTICO-MG

1998. ULBRA (RS)

1999. ATLÉTICO-MG

2000. VASCO

2001. CARLOS BARBOSA (RS)

2002. ULBRA (RS)

2003. ULBRA (RS)

2004. CARLOS BARBOSA (RS)

2005. JARAGUÁ (SC)

2006. CARLOS BARBOSA (RS)

2007. JARAGUÁ (SC)

2008. JARAGUÁ (SC)

2009. CARLOS BARBOSA (RS)

2010. JARAGUÁ (SC)

2011. SANTOS

2012. INTELLI (SP)

2013. INTELLI (SP)

2014. MAGNUS FUTSAL (SP)

2015. CARLOS BARBOSA (RS)

2016. CORINTHIANS

2017. JOINVILLE

2018. PATO FUTSAL (PR)

2019. PATO FUTSAL (PR)

2020. MAGNUS FUTSAL (SP)

2021. CASCAVEL (PR)

2022. CORINTHIANS

2023. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2024. JARAGUÁ (SC)

2025. JARAGUÁ (SC)

 

CAMPEONATO BRASILEIRO (CBFS)

 

2024. FORTALEZA

2025. ATLÉTICO-PI



2 de março de 2026


 

A COVARDIA DOS GOLPISTAS DO MARACANÃ

A final do Campeonato Carioca de 2026 será (outra vez) Da Mutreta x Fidalgo – Fla-Flu - os coirmãos que deram o golpe ao se apossar da Arena Maracanã em uma licitação com rabo, fuço, patas e cheiro de fraudulenta. Parece um jogo de cartas marcadas: o Da Mutreta, de virtual eliminado, subitamente virou finalista, enquanto o Fidalgo se favoreceu de situações estranhas na semifinal contra o Vasco.

Mandante no primeiro confronto (22\2, domingo) da semifinal, o Vasco foi proibido de enfrentar o Fidalgo no Maracanã. Ainda tristonhos com a eliminação na Copa do Brasil de 2025 na arena da licitação suspeita, e em choque com a festa dos vascaínos que a lotaram, os tricolores tiveram o apoio do coirmão, da FERJ, da TV Globo e da Polícia Militar do governador flamenguista Claudio Castro para impedir o Vasco de atuar no Maracanã ou até em São Januário.

Com método e covardia, eles esvaziaram o clássico, forçadamente realizado no Engenhão com apenas 10 mil pagantes (sem vendas na bilheteria) – Fidalgo 1x0 Vasco – domingo de carnaval. Por que Engenhão? Por que domingo? Porque o time dos ricaços de Laranjeiras havia perdido as duas últimas na arena, com sua pequena torcida engolida. Na última, com 65.000 pagantes (50.000 vascaínos).

No mesmo domingo (22\2) o Da Mutreta fez questão de encarar o Madureira no Maracanã, na outra semifinal. Bateu o pé: daqui eu não saio! Conta simples: 2 + 2 = 4. Vasco x Fluminense é clássico; Flamengo x Madureira não é. Ora: Vasco x Fluminense é no Maracanã e Flamengo x Madureira em outro estádio, outro dia. Eis o pensamento de um desportista com sentido de justiça, não para os cartolas dos coirmãos. 

Nem para a TV Globo, a vanguarda da FlaPress, ao impedir que o clássico pudesse ocorrer sábado à tarde ou segunda-feira no Maracanã com forte presença de vascaínos para não mudar sua grade de programação. Nem para o BEPE, que há vários anos proíbe dois jogos com torcidas rivais no mesmo dia e abriu exceção naquele domingo (22\2). Ou seja, a Polícia Militar botou em risco a população. Por acaso, não aconteceu mais uma tragédia.

No jogo de volta pela semifinal, Fidalgo 1x1 Vasco, mando de campo do Tricolor, que tinha a vantagem do empate – dessa vez domingo (1\3) no Maracanã... Com Flamengo x Madureira no dia seguinte (2\3) – distribuiu de graça ingressos aos associados (35 mil pagantes). Sem tempo a perder, a FERJ escalou o juiz Wagner do Nascimento para ter a certeza de que tudo correria como planejado.

Foi então que, aos 25 minutos do segundo tempo, marcou um pênalti a favor do Vasco, que ganhava por 1x0. Brenner perdeu. Porém, a grande área foi invadida por vários jogadores do Fidalgo antes da cobrança, diante do juiz – ele viu! -, o que é PROIBIDO pela FIFA, mas a irregularidade passou batida quando o correto, o justo, o legal, o bacana, o decente seria ter assinalado a repetição da cobrança.

No final, graças a um pênalti, o Fidalgo empatou e garantiu sua vaga na decisão.


GÓMEZ SE REVOLTA COM ARBITRAGEM

Andrés Gómez ficou indignado com a eliminação para o Fluminense neste domingo (1\2) e postou no seu Instagram a imagem da grande área invadida por vários adversários, diante do juiz, antes da cobrança errada de Brenner. Inclusive Samuel Xavier, que isolou o rebote para longe. Em vez de voltar o lance, o juiz WAGNER DO NASCIMENTO ignorou a REGRA 14 da IFAB (FIFA) por distração ou má fé (FOTO). 

“Que vergonha que num futebol tão competitivo se permitam essas coisas tendo um VAR. A pior e mais horrível sensação que deixam esses momentos”, desabafou o atacante, em espanhol.

É a quarta vez em 13 jogos na temporada que o Vasco é vítima do vandalismo dos juízes escalados pela FERJ e pela CBF.

O primeiro foi BRUNO ARLEU ARAÚJO. No Vasco 0x1 Flamengo, ele expulsou Barros num lance de cartão amarelo até para o comentarista de arbitragem de TV Globo, Paulo Cesar Oliveira. Com um a mais, o rival fez o gol e ficou por isso mesmo.

Depois, foi o sempre suspeito WILSON PEREIRA DE SAMPAIO, no 1x1 contra a Chapecoense, ao anular um gol vascaíno legítimo alegando falta de Nuno no goleiro, o que absolutamente não aconteceu. Menos dois pontos na conta...

No 0x0 com o Madureira, em São Januário, LUCAS COELHO SANTOS botou na cabeça que o pênalti claro sofrido por Andrés Gómez no segundo tempo não foi pênalti.


FLU NÃO ENGOLE SEU PASSADO RACISTA

No empate deste domingo (1x1), na Arena Maracanã, torcedores do Fluminense Football Club - fundado pelo filho mimado de um diplomata britânico – resolveram debochar dos vascaínos presentes. A pequena torcida do clube da zona sul – segundo pesquisas a 12ª maior do Brasil –, cuja história contém a mancha suja do racismo, levantou esta faixa: “O herói de vocês matou, escravizou e colonizou”. 

Os brancos da elite que lançaram esta provocação, talvez herdeiros de escravocratas, não foram impedidos pela Polícia Militar.

Durante décadas o Fluminense foi chamada de “time de veado” em coro no Maracanã. Hoje, homofobia é crime. É proibido. Vetado. Mas sua torcida – filhos da elite carioca - se julga no direito de ofender os vascaínos.

Clube preconceituoso desde a fundação, em 1902, não por acaso o primeiro jogador titular de cor negra só foi emplacar na segunda parte da década de 1930, com o profissionalismo.

Paulo César Caju quando era criança e jogava no Fluminense pode sentir na pele o racismo do clube, ao ser proibido de ingressar pela portaria social como seus colegas brancos (VIDEO).  

6 de fevereiro de 2026

                                                                       

GOIANO SE FANTASIA DE JUIZ LADRÃO 

Um cidadão procedente de Goiás de nome Wilson Pereira de Sampaio – profissão desconhecida – surgiu no salão de São Januário na última quinta-feira à noite (5\2), dizendo que ia apitar o baile: Vasco x Chapecoense. O anfitrião se vestia de Almirante, a Chape de colombina e Sampaio de juiz ladrão. Todo mundo achou a fantasia dele estranha, porém, como tinha credencias da CBF – a LIESA do mal – foi aceito numa boa.

As marchinhas enchiam o salão de alegria, isso até Brenner abrir o placar. Vasco 1 a 0. Só que o tal juiz ladrão anulou o gol marcando uma falta inexistente de Nuno no goleiro (VÍDEO).

Como não estava sob o efeito de lança perfume ou cheirinho da loló, ele simplesmente tentava fazer jus à fantasia. Feliz da vida como um bate-bola, deixou de marcar um pênalti no segundo tempo para o dono do baile.

No último ato a Chapecoense deu o seu único chute a gol em 96 minutos. 1 a 1. Enquanto São Januário ia virando baile funk o cidadão procedente de Goiás nem tirou sua fantasia de juiz ladrão, pegou um carrão de vidro preto e se mandou.

Começou o Carnaval.

22 de janeiro de 2026


 CLUBE DA MUTRETA QUER FAIR PLAY "FINANCEIRO" - 36 NOTINHAS DE RODAPÉ

Os flamenguistas andam assustados com a possibilidade de Marcos Faria Lamacchia adquirir o controle do futebol do Vasco, sendo este um dos motivos de o rival ter emplacado o fair play “financeiro” na CBF, a ser implementado nos próximos anos. Pela mesma razão, a  FlaPress ventila que pode haver conflito de interesses caso o milionário paulista leve o negócio adiante por ser enteado de Leila Pereira, a atual presidenta do Palmeiras cujo mandato acaba no fim de 2027 sem direito a reeleição.

 


No Campeonato Brasileiro de 2025 (1) o Flamengo (2), time oficial do Governo do Estado do Rio de Janeiro (3), encarou o Vasco (4) obtendo dois empates (5) na Arena Maracanã (6). Neste último (2026) ganhou por 1x0 com a ajuda do árbitro (7), como de costume (8). O time de Claudio Castro (9) é “o mais querido” (10) da SUDERJ (11), do Tribunal de Justiça (12), do Ministério Público (13), do TCE (14), do STJD (15), da Polícia Civil (16), da 45ª DP (17), do BEPE (18), da Petrobras (19), da Caixa Econômica Federal (20), do BNDES (21), do BRB (22), de firmas privadas como a Sky (23), a Klefer (24) e até do Canecão (25)!... Da Conmebol (26), da CBF (27), da FERJ (28). Isto porque, afinal, é o preferido da incansável FlaPress (29), especialmente da Globo (30) e dos ricaços cariocas (31). Assim como Sérgio Cabral Filho (32), Eduardo Paes (33) é um facilitador: vascaínos de araque. O “mais querido” é defendido pela BRAX (34), empresa de MKT da CBF\FERJ. Ultimamente, anda com novos amigos: Olaria e Remo (35) e um coirmão: o Fluminense (36), cúmplice na ocupação do Maracanã.

 

NOTINHAS

 

(1) Competição da CBF patrocinada pela mesma empresa que patrocina o Flamengo com um gordo contrato (“Brasileirão Betano”).

(2) Também conhecido como o Clube da Mutreta.

(3) Mantém sob o controle o Executivo, o Judiciário e o Legislativo do RJ.

(4) O único dos grandes cariocas que não carrega a mancha do racismo.

(5) É quase milagre que no 0x0 de 19 de abril – Dia de Santo Expedito – e no 1x1 de 21 de setembro – Dia de São Mateus – os juízes Rafhael Claus e Rafael Klein não tenham ajudado o rival.

(6) Inaugurada em 2013, com as obras superfaturadas.

(7) Bruno Arleu Araújo, o escalado pela FERJ.

(8) Desde sempre o Flamengo se favorece de arbitragens facciosas.

(9) Livrou-se da acusação de propina como vereador e vice-governador, no STF, mas outras denúncias de pilantragem começam a estourar contra ele.

(10) “O mais querido” é um slogan adotado pelo Da Mutreta em 1927, quando os flamenguistas fraudaram o resultado de um concurso de popularidade no qual o Vasco ganharia num cenário de honestidade. O golpe, em vez de envergonhá-los, virou motivo de chacota. 

(11) Autarquia loteada por prepostos do Da Mutreta desde o século XX.

(12) Absolveu de homicídio culposo, cartolas e funcionários pela morte de dez crianças durante incêndio por negligência no dormitório do rival.

(13) Foi incapaz de obter indenização justa para as famílias das vítimas da tragédia do Ninho do Urubu. Recentemente, afastou injustamente a Força Jovem por quatro jogos.

(14) Cancelou selvagemente a primeira licitação do Maracanã na véspera, assim que o Vasco anunciou, para surpresa geral, que também iria fazer uma proposta. Não vale! Para! Começa de novo! Não é maluquice... O conselheiro Marcio Pacheco, flamenguista doente, se recusou a aceitar a iminente vitória vascaína, mandou um que se dane e pronto: é o sistema.

(15) Absolveu Bruno Henrique mesmo admitindo sua picaretagem envolvendo sites de aposta online. Está sendo processado criminalmente.

(16) Ainda não conseguiu prender o assassino do vascaíno Rodrigo José Santana, baleado antes de um Vasco x Botafogo, mesmo se tratando de um bandido conhecido da Torcida Jovem do Flamengo.

(17) Os investigadores da delegacia do Recreio dos Bandeirantes foram incompetentes em colher provas que incriminassem o cartola Bandeira de Mello e outros.

(18) Ao comando do tenente-coronel Aguiar, flamenguista (mas boa pessoa, segundo dizem) costuma tratar a torcida do Vasco de forma hostil e, às vezes, criminosa.

(19) Por mais de três décadas o rival teve o luxuoso patrocínio da estatal – dinheiro de todos os brasileiros – enquanto o Vasco se virava com os “Tapetes 3B Rio” e outros. Entre 2003 e 2006 o ex-presidente Landim era o presidente da Petrobras Distribuidora (hoje, Libra), dono do maior patrocínio do rival. O clube não tinha certidões de débito CND e ele confessou ter feito “malabarismos” (sic) para liberar a grana.

(20) A mesma mamata da Petrobras com o dinheiro público.

(21) Gerente executivo do BNDES por décadas, logo após aposentar-se Bandeira de Mello virou presidente do Fla e o rival teve o patrocínio da Peugeot e da Jeep, ambas agraciadas por empréstimos do BNDES neste período, de R$ 154 milhões e de R$ 3, 2 bilhões, mas tudo não passou de simples coincidência.

(22) Mais um banco estatal, o de Brasília\DF – envolvido no escândalo do Banco Master – a patrocinar o Da Mutreta. Paulo Costa, o presidente afastado, assinou contrato de R$ 50 milhões com seu time de coração.

(23) Desde 2012, a empresa estampa sua marca na camisa dos juízes do futebol brasileiro. Tem contratos com a CBF e federações estaduais. Soa bizarro, mas o dono e ex-CEO é o atual presidente do Flamengo, Luiz Baptista, o “Bap” – O MESMO QUE PREGA O FAIR-PLAY FINANCEIRO. Também investiu uma fortuna no rival (basquete).

(24) A firma de “Bap” entrou na CBF no final da gestão do associado do Flamengo Ricardo Teixeira (banido do futebol pela FIFA por corrupção) com o negócio intermediado pela empresa de marketing do ex-presidente do clube, Kleber Leite, a Klefer. Entre amigos! José Hawilla, seu antigo parceiro da Traffic (e na Rádio Globo), ao ser preso no EUA acusou Leite de pagar propinas em negociações de patrocínio e direito de transmissão.

(25) A lendária casa de shows, na UFRJ, tem novo gestor: o consórcio Bonus – Klefer. Reabertura prevista para breve, em novo formato.

(26) Escalou o argentino Darío Herrera para a final da Libertadores-25 e este não expulsou Pulgar no primeiro tempo como deveria, por atingir a canela de um palmeirense com o jogo interrompido (agressão).

(27) Nos tempos do corrupto Teixeira, empregava dezenas de prepostos flamenguistas em todos os setores. Recentemente acolheu a facciosa proposta de fairplay “financeiro” de “Bap”. Escala juízes e a turma do VAR para gerar dano ao Vasco e favorecer o Flamengo.

(28) Desde sempre, ou desde 1906, com a Liga Metropolitana de Football (LMF), que os times da elite da zona sul mandam e desmandam – LMF, LMSA, LMDT, AMEA, LFRJ, FMF, FCF e, enfim, FERJ –, com exceção da primeira parte da gestão de Eduardo Vianna, o Caixa d’Água (1984 a 2006), graças à intervenção de Eurico Miranda. Não por acaso eram os vilões da FlaPress. Não por acaso o Vasco passou a ser sistematicamente garfado – incluindo o título carioca de 2014 – com os “novos tempos” (na verdade, já era nos “velhos tempos”, só piorou).

(29) Surgiu nos anos 30 através do Jornal dos Sports, com a missão primordial de exaltar o Fla-Flu e combater o Vasco.

(30) é a vanguarda da Fla-Press, mas, ao contrário do noticiário político faccioso (à direita) da empresa\jornal, reprovado por muitos flamenguistas republicanos e democratas, quando o assunto é futebol eles ENTRAM EM MODO DEMOCRATA-DO-PRÓPRIO-UMBIGO.

(31) No passado, a maioria dos ricaços cariocas era tricolor. Hoje em dia é flamenguista, segundo o grande vascaíno João Ernesto.

(32) Diz ser vascaíno, mas prejudicou o Vasco ao demolir o Maracanã e abrir a nova “arena” à privatização permitindo a participação de clubes (ora...) no infame Consórcio Maracanã S\A (2013). A mutreta prosseguiu em 2024, com a licitação fraudulenta em favor da dupla Fla-Flu.

(33) Privatista, sempre defendeu o rival como “dono” do Maracanã e recentemente vendeu o terreno do Gasômetro, em Bonsucesso, para a construção de um estádio, ainda que seja impossível ao Flamengo, pois no contrato de licitação se compromete a fazer mais de 30 jogos por ano no Maracanã. Ou vale tudo?

(34) Negocia placas publicitárias e direitos de transmissão da TV dos jogos do Campeonato Carioca em condições vantajosas ao Flamengo, o que jamais ocorrera.

(35) O alvi-anil da zona norte foi sempre um aliado do Vasco. Não mais: o flamenguista Marcos Braz, ex-vice de futebol,  agora é o dono. Isso mesmo: comprou a SAF por R$ 25 milhões como sócio em um consórcio. Braz respondia na Justiça por morder a virilha de um torcedor num shopping bacana; também é o diretor de futebol do Remo, recém-ingressado na Série A do Brasileirão – O FAIR PLAY... VALE?   

(36) Robin, em se tratando de Gotham City.