EM 2026, JUÍZES ATACARAM EM NOVE JOGOS
O Vasco disputou 24 jogos na temporada e foi prejudicado pela arbitragem em nove, situação espantosa que se repete a cada ano. No Cruzeiro 3x3 Vasco, no Mineirão, o presidente Pedrinho foi cobrar - com educação - Paulo Torezín por não ter expulsado um atleta cruzeirense que quase quebrou a perna de Tchê-Tchê, não assinalar dois pênaltis e dar 11 minutos de acréscimos. O tipo estranho rabiscou na súmula que foi chamado de “arrogante, prepotente e soberbo”, o caso foi parar no STJD e Pedrinho acabou suspenso por 15 dias.
Ou seja: vitória roubada e o clube punido.
Na última terça-feira (21\4), no Paysandu 0x2 Vasco, a história se repetiu com figurinhas carimbadas. Nos minutos finais, Ramon Abatti Abel anulou um gol regular de Nuno Moreira, após ser orientado a rever a imagem na telinha por Daiane Muniz (SP), a responsável pelo VAR. Os dois inventaram uma falta de Brenno na construção do lance, que nem os jogadores adversários reclamaram.
Ramon Abatti Abel (FOTO) - um dos três árbitros brasileiros que irão à Copa do Mundo – causou danos ao Vasco pelo menos duas vezes contra o Palmeiras, enquanto Daiane Muniz sempre trama alguma coisa desagradável. Curiosamente, Abatti chegou a ser afastado pela CBF em 2025 por incompetência.
O “time dos juízes picaretas” escala dois ponteiros abertos – os bandeirinhas –, um em cada extremidade, e um meio de campo que decide no lampejo: os do VAR (o responsável, o supervisor e mais dois na telinha). A defesa é exemplo de solidez: os soldados da Polícia Militar. Contra o Cruzeiro, tacaram gás pimenta em Pedrinho espantando-o da grande área.
A temporada 2026 de ataques teve início com BRUNO ARLEU ARAÚJO (RJ). Também fizeram jogadas infames WILSON PEREIRA SAMPAIO (GO), DAVI DE OLIVEIRA LACERDA (ES), LUCAS COELHO DOS SANTOS (RJ), WAGNER DO NASCIMENTO (RJ) – duas vezes -, HERNÁN HERAS (URUGUAI) e, lógico, LUCAS TOREZIN (PR) e RAMON ABATTI ABEL (SC).
Bruno Arleu Araújo, no Vasco 0x1 Flamengo, pelo Campeonato Carioca, expulsou Barros de estalo em lance de cartão amarelo. Logo depois saiu o gol, pelo meio da defesa onde Barros estaria (há denúncias de fraude nesta competição sendo investigada pela Polícia Civil).
No Campeonato Brasileiro, o “eficiente” Wilson Pereira Sampaio – prejudica o Vasco desde sempre – anulou um gol de Nuno Moreira por falta no goleiro que não houve, no empate em 1x1 contra o Chapecoense. No Vasco 2x1 Grêmio, um adversário pisou de propósito na mão de Thiago Mendes com o jogo paralisado e, na regra, agressão é cartão vermelho, mas Davi de Oliveira Lacerda (e os do VAR) levou na esportiva.
No 0x0 com o Madureira, Lucas Coelho Santos botou na cabeça que o pênalti em Andréz Gómez no segundo tempo não foi pênalti e ficou por isso mesmo.
Wagner do Nascimento ignorou a regra 14 em disputa de pênaltis contra o Fluminense, na semifinal do Carioca: uma cobrança deveria ser repetida (talvez não mudasse a história). Nascimento voltou a interferir no Vasco 1x2 Botafogo, ao não expulsar Barboza por cotovelada em Andrés Gómez e inverter uma falta em Barros, sendo que exatamente na sequência o rival virou o jogo.
Já no Vasco 1x2 Audax Italiano, do Chile, pela Copa
Sul Americana, o uruguaio Hernán Heras expulsou JP por dois cartões amarelos só
para se fingir de louco, aos 34 minutos do primeiro tempo. Infelizmente, não foi
embora de São Januário dentro de um camburão.
foto: César Greco






