22 de abril de 2026

EM 2026, JUÍZES ATACARAM EM NOVE JOGOS

O Vasco disputou 24 jogos na temporada e foi prejudicado pela arbitragem em nove, situação espantosa que se repete a cada ano. No Cruzeiro 3x3 Vasco, no Mineirão, o presidente Pedrinho foi cobrar - com educação - Paulo Torezín por não ter expulsado um atleta cruzeirense que quase quebrou a perna de Tchê-Tchê, não assinalar dois pênaltis e dar 11 minutos de acréscimos. O tipo estranho rabiscou na súmula que foi chamado de “arrogante, prepotente e soberbo”, o caso foi parar no STJD e Pedrinho acabou suspenso por 15 dias. 

Ou seja: vitória roubada e o clube punido.

Na última terça-feira (21\4), no Paysandu 0x2 Vasco, a história se repetiu com figurinhas carimbadas. Nos minutos finais, Ramon Abatti Abel anulou um gol regular de Nuno Moreira, após ser orientado a rever a imagem na telinha por Daiane Muniz (SP), a responsável pelo VAR. Os dois inventaram uma falta de Brenno na construção do lance, que nem os jogadores adversários reclamaram.

Ramon Abatti Abel (FOTO) - um dos três árbitros brasileiros que irão à Copa do Mundo – causou danos ao Vasco pelo menos duas vezes contra o Palmeiras, enquanto Daiane Muniz sempre trama alguma coisa desagradável. Curiosamente, Abatti chegou a ser afastado pela CBF em 2025 por incompetência.   

O “time dos juízes picaretas” escala dois ponteiros abertos – os bandeirinhas –, um em cada extremidade, e um meio de campo que decide no lampejo: os do VAR (o responsável, o supervisor e mais dois na telinha). A defesa é exemplo de solidez: os soldados da Polícia Militar. Contra o Cruzeiro, tacaram gás pimenta em Pedrinho espantando-o da grande área. 

A temporada 2026 de ataques teve início com BRUNO ARLEU ARAÚJO (RJ). Também fizeram jogadas infames WILSON PEREIRA SAMPAIO (GO), DAVI DE OLIVEIRA LACERDA (ES), LUCAS COELHO DOS SANTOS (RJ), WAGNER DO NASCIMENTO (RJ) – duas vezes -, HERNÁN HERAS (URUGUAI) e, lógico, LUCAS TOREZIN (PR) e RAMON ABATTI ABEL (SC). 

Bruno Arleu Araújo, no Vasco 0x1 Flamengo, pelo Campeonato Carioca, expulsou Barros de estalo em lance de cartão amarelo. Logo depois saiu o gol, pelo meio da defesa onde Barros estaria (há denúncias de fraude nesta competição sendo investigada pela Polícia Civil).  

No Campeonato Brasileiro, o “eficiente” Wilson Pereira Sampaio – prejudica o Vasco desde sempre – anulou um gol de Nuno Moreira por falta no goleiro que não houve, no empate em 1x1 contra o Chapecoense. No Vasco 2x1 Grêmio, um adversário pisou de propósito na mão de Thiago Mendes com o jogo paralisado e, na regra, agressão é cartão vermelho, mas Davi de Oliveira Lacerda (e os do VAR) levou na esportiva. 

No 0x0 com o Madureira, Lucas Coelho Santos botou na cabeça que o pênalti em Andréz Gómez no segundo tempo não foi pênalti e ficou por isso mesmo. 

Wagner do Nascimento ignorou a regra 14 em disputa de pênaltis contra o Fluminense, na semifinal do Carioca: uma cobrança deveria ser repetida (talvez não mudasse a história). Nascimento voltou a interferir no Vasco 1x2 Botafogo, ao não expulsar Barboza por cotovelada em Andrés Gómez e inverter uma falta em Barros, sendo que exatamente na sequência o rival virou o jogo. 

Já no Vasco 1x2 Audax Italiano, do Chile, pela Copa Sul Americana, o uruguaio Hernán Heras expulsou JP por dois cartões amarelos só para se fingir de louco, aos 34 minutos do primeiro tempo. Infelizmente, não foi embora de São Januário dentro de um camburão.  


foto: César Greco


LITERATURA: VASCO É O ETERNO CAMPEÃO

O VASCO DA GAMA já está escalado para o Campeonato Brasileiro de Literatura, que terá início em data indefinida, mas na certa é o grande favorito da competição – na verdade, hors concours – segundo escritores da Academia Brasileira de Letras (ABL) que preferem o anonimato.

VASCO1. Ferreira Goulart; 2. Rachel de Queiroz, 3. Rubem Fonseca, 4. Sérgio Cabral e 6. João Ubaldo Ribeiro; 5. João do Rio, 8. Aldir Blanc e 10. Millor Fernandes; 7. Paulo Coelho (FOTO), 9. Lima Barreto e 11. Carlos Drummond de Andrade. Técnico: José Roberto de Castro Neves, eleito em 2025 titular da cadeira 26 da ABL.

“E viva, viva o Vasco: o sofrimento/há de fugir, se o ataque lavra um tento./Time, torcida, em coro, neste instante,/Vamos gritar: Casaca! ao Almirante,/E deixemos de briga, minha gente./O pé tome a palavra: bola em frente”. (Carlos Drummond de Andrade).


                                     

CRÔNICA DE DRUMMOND NO CORREIO DA MANHÃ (1965)



 IMAGENS CORDIAIS

Das profissões que rendem pouco, sempre achei a de ascensorista uma das menos divertidas. Para nós, o elevador é a caixa onde nos metemos por alguns instantes, de passagem para algum lugar, sem qualquer sentimento que nos ligue aos companheiros eventuais. Para o ascensorista é a prisão a que está condenado durante a quarta parte do dia, ou da vida. Prisão que se abre a todo momento, com regularidade monótona, e de que ele não pode fugir. Sobe e desce, sobe e desce, e não sai da sua jaula. Tenho notado que no fim de certo tempo muitos ascensoristas perdem a cor, emagrecem. A melancolia é neles talvez uma doença profissional. Se a administração do edifício tem coração, passam a outro serviço, e redescobrem o ar puro, a liberdade, o prazer de mover as pernas. Naquela casa onde trabalhei quase 30 anos, pergunto pelo Valdemar, que há muito não via.

- O Valdemar anda doente, teve que deixar o carro. Está na portaria.

Ia perguntar pelo Oscar, que também andava sumido, mas é o próprio Oscar que me aparece, também magro e triste, afastado da obrigação de subir e descer na gaiola enervante, e que me diz:

- Sabia que o Amigo morreu?

Não sabia. O Amigo! Pois justamente o Amigo era, entre todos os ascensoristas, aquele que espalhava em sua cabina a alegria de viver. Quem não o conheceu, no Centro do Rio de Janeiro? Ascensorista do Ministério da Educação e do Edifício Darke, com 12 horas diárias de batente e uma barca para Niterói de madrugada e outra à noite, sem motivo algum para agradecer à vida, ele agradecia e nos comunicava seu otimismo gratuito. Fez da palavra “amigo” um uso universal e aliciador, pois assim chamava a todos que entrassem no seu carro, fosse homem, fosse mulher, conhecido ou desconhecido, bispo, general ou mata-mosquito, de cara aberta ou cara de tigre. Se o próprio tigre estivesse na fila, receberia o mesmo tratamento – e ficava amigo do Amigo, a quem este nome foi dado em retribuição geral. Uma professora que veio ao Rio com bolsa de estudos escreveu: “Aprendemos mais com ele do que em todos os tratados de psicologia, pois o Amigo nos mostrou que a vida é fácil de ser vivida se assim desejamos”.

Ninguém sabia que ele se chama Afonso Ventura. Mas todos sabiam que seu maior amor era o Vasco da Gama. Liam-se no seu rosto as vitórias do Vasco. As derrotas, não era possível ler, pois o rosto do Amigo continuava a espelhar a vitória anterior ou já espelhava a próxima vitória, que seria infalível, 4x0, “É o maior". O Vasco, para ele, ganhava sempre: no máximo, deixava de ganhar “desta vez!”. Marcos Carneiro de Mendonça, figura lendária do Fluminense, tornou-o mais feliz do que era, arranjando-lhe o título de sócio proprietário número 16 do Vasco.

Um dia o Amigo sumiu. Os únicos elevadores alegres do Rio perderam a graça. O Vasco deve ter sentido falta do seu torcedor doente, baixou de produção. O Amigo mudara-se para Brasília, onde talvez a dobradinha lhe suavizasse a pobreza, dispensando-o de trabalhar em dois horários. E lá morreu um dia desses, não sei se a tempo de saborear as alegrias da Taça Guanabara.

Oscar conta-me que os colegas cariocas mandaram celebrar missa por sua alma, convidaram o Vasco, o Vasco mandou representante. Imagino a alegria infinita da alma, sentindo o Vasco presente.  


Publicada no jornal Correio da Manhã em 1965.

21 de abril de 2026

STF DECRETA: PÓ DE ARROZ É COISA DE RACISTA

Para a Justiça da República Federativa do Brasil, PÓ-DE-ARROZ é coisa de racista. Tudo começou em 2023, quando o empresário Rony Meisler, dono da grife Reserva, criticou o Fluminense por impedir o Vasco de jogar no Maracanã: “Um clube popular impedido por outro de PASSADO RACISTA”. Os cartolas do clube fidalgo entraram com uma ação judicial  por danos morais e ganharam em primeira instância, mas foram derrotados na segunda e no Superior Tribunal Federal, em Brasília, em março de 2026.

O que deixou amuado o presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, foi essa declaração de Meisler: “No sábado, o Fluminense colocou 38 mil torcedores no Maracanã. No domingo, dia seguinte, o Vasco colocou 60 mil. Evidência clara de que o Vasco precisa do Maracanã e o Fluminense poderia jogar em seu estádio nas Laranjeiras, onde há menos de um século eles mandavam pessoas pretas passarem pó de arroz no rosto para jogar futebol”.

Disse mais:Não tenho nada contra o Fluminense. Minha mãe é Fluminense, minha esposa e filha também. Portanto, esse desabafo é contra o seu presidente (...).  Trata o bem público (Maracanã) como seu e desrespeita o Vasco da Gama”.

O que motivou as críticas do empresário vascaíno foi uma entrevista de Bittencourt ao canal SporTV, da sinistra FlaPress, na qual ele covardemente atacou o Vasco.

Meisler foi defendido pelo vice-presidente Jurídico do Vasco, Felipe Carregal. A sentença foi reformada como “improcedente” pelos desembargadores em segunda instância e o mesmo no STF, em ambas por unanimidade.

PÓ DE ARROZ

Só os brancos jogavam no time de Laranjeiras, e daí o caso do mestiço Carlos Alberto, que trocou o América pelo Fluminense: em 1914. No estádio de Campos Sales, ele passou tanto pó de arroz que os torcedores rubros o acusaram de fazê-lo para embranquecer a cor da pele.

Zombavam: “Pó de arroz! Pó de arroz!”...

O deboche alastrou-se como insulto, até virar, muito tempo depois, orgulho para os tricolores, que chamavam os americanos de “pó de mico”, os vascaínos a partir da década seguinte de “pó da pérsia” (popular vermífugo) e os flamenguistas, nos anos 40, de “pó de carvão”.

No século XX apareceu uma “nova” versão, do clube, na qual o pó de arroz de Carlos Alberto servia para substituir a loção pós-barba.

Não para o STF.

SÁBADO (25\4), LUGAR DE VASCAÍNO É NO MARACANAZINHO

Maior campeão de futsal do Rio de Janeiro, o Vasco retorna ao cenário nacional para encarar o Corinthians no próximo sábado (25\4), às 18h45, no Maracanazinho, pela primeira fase da Copa LNF (Liga Nacional de Futsal). O vencedor (em caso de empate, pênaltis) se garante nas oitavas-de-final desta competição que reúne os 32 melhores do Brasil.

O Vasco foi 12 vezes campeão do Rio de Janeiro (1982\ 1984\ 1999\ 2000\ 2000\ 2001\ 2001\ 2020\ 2022\ 2024\ 2024\ 2025), três vezes campeão brasileiro (1983\ 2000\ 2000), uma vez campeão sul-americano (1983) dentre outras conquistas internacionais (Torneio do Porto, Taça de Viseu etc).

Apesar do passado glorioso, o time na categoria adulto chegou até a ser desativado, o Vasco ingressou na LNF apenas em 2026 e, portanto, está disputando a “Série Silver” (segunda divisão). Perdeu os dois primeiros jogos. São 16 times e os quatro melhores se garantem na elite em 2027.

A principal competição do país é o Campeonato Brasileiro organizado desde 1996 pela LNF, com a chancela da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), porém, a mais tradicional é a Taça Brasil, desde 1968. A CBFS resolveu promover um Brasileirão à parte, a partir de 2024.

Já o Campeonato Metropolitano do Rio de Janeiro é o primeiro do Brasil, desde 1956, iniciativa do jornalista Newton Zarani, um craque da bola pesada e das palavras, como ex-repórter do extinto Jornal dos Sports. A partir de 1990, duas competições passaram a fazer parte do calendário: o Campeonato Carioca, no primeiro semestre, e o Campeonato Estadual, no segundo semestre.

O Vasco montou um dos times mais fortes da história do futsal mundial em 2000, com Manoel Tobias, Schumacher, Índio e outros craques, todos de Seleção Brasileira. Daí ter feito a melhor campanha da Taça Brasil, com 31 vitórias, cinco derrotas e nenhum empate. Na final, 4x2 sobre o Atlético-MG, no Maracanazinho, diante de 17 mil vascaínos.

A quadra foi tomada pela torcida – era um hábito nas conquistas no basquete e no futsal -, que, subitamente, absorveu os atletas em um tipo de festa que, por segurança, nunca mais irá se repetir.


INGRESSOS

https://lnftickets.com.br/ticket/buy/d3acd7c2-6f9b-489c-ad0c-4bf4dea33b30

Arquibancada: R$ 40 (R$ 20 – meia entrada); cadeira especial: R$ 80 (R$ 40 – meia entrada); e camarote-quadra: R$ 1000 (meia-entrada R$ 500). Abertura dos portões às 16h45. O Maracanazinho – estádio barbaramente usurpado em uma licitação fraudulenta pelos coirmãos Fla-Flu – fica na Rua professor Eurico Rabelo, S\N.

 

CATEGORIA ADULTO

 

CAMPEONATO METROPOLITANO

 

1955. BRÁS DE PINA (não oficial)

1956. IMPERIAL 

1957. GRAJAÚ TC

1958. GRAJAÚ TC

1959. FLUMINENSE

1960. AMÉRICA

1961. AMÉRICA

1962. AMÉRICA

1963. VILA ISABEL

1964. VILA ISABEL

1965. VILA ISABEL

1966. IMPERIAL

1967. CARIOCA

1968. AMÉRICA

1969. GRAJAÚ TC

1970. JACAREPAGUÁ TC

1971. ASTÓRIA

1972. GRAJAÚ TC

1973. GRAJAÚ CC

1974. CARIOCA

1975. MACKENZIE

1976. GRAJAÚ TC

1977. CASSINO BANGU

1978. CLUB MUNICIPAL

1979. MONTE SINAI

1980. MONTE SINAI

1981. MONTE SINAI

1982. VASCO

1983. ATLÂNTICA BOAVISTA

1984. VASCO

1985. BRADESCO

1986. BRADESCO

1987. BRADESCO

1988. BRADESCO

1989. BRADESCO

 

CAMPEONATO CARIOCA (1º semestre)

 

1990. HELÊNICO

1991. HELÊNICO

1992. HELÊNICO

1993. TIO SAM

1994. FONSECA

1995. GRAJAÚ TC

1996. TIO SAM

1997. IC JARDIM GUABANABA

1998. FLAMENGO

1999. VASCO

2000. VASCO

2001. VASCO

2002. OLARIA

2003. FLAMENGO

2004. PETRÓPOLIS EC

2005. MACAÉ SPORTS

2006. PETRÓPOLIS EC

2007. CE CABO FRIO

2008. CE CABO FRIO

2009. PETRÓPOLIS EC

2010. não foi realizado

2011. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2012. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2013. ADDP CABO FRIO

2014. ADDP CABO FRIO

2015. não foi realizado

2016. BOTAFOGO\ HELÊNICO

2017. CANTO DO RIO

2018. AA PORTUGUESA

2019. AA PORTUGUESA

2020. VASCO

2021. LIGA MAGEENSE

2022. EC CORRÊAS

2023. LIGA MAGEENSE

2024. VASCO

2025. CANTO DO RIO

 

CAMPEONATO ESTADUAL (2º semestre)

 

1990. ROCHA MIRANDA

1991. HELÊNICO

1992. HELÊNICO

1993. TIO SAM

1994. TIO SAM

1995. TIO SAM

1996. TIO SAM

1997. TIO SAM

1998. IC JARDIM GUABANABA

1999. RIO MIÉCIMO

2000. VASCO

2001. VASCO

2002. PETRÓPOLIS

2003. FLAMENGO

2004. TIO SAM

2005. PETRÓPOLIS

2006. PETRÓPOLIS

2007. TERESÓPOLIS

2008. FLAMENGO

2009. PETRÓPOLIS

2010. MACAÉ SPORTS

2011. BOTAFOGO \CASA DE ESPANHA

2012. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA

2013. ADDP CABO FRIO

2014. não foi realizado

2015. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA\ HELÊNICO

2016. BOTAFOGO\ CASA DE ESPANHA\ HELÊNICO

2017. AA PORTUGUESA

2018. OLARIA

2019. OLARIA

2020. AA PORTUGUESA

2021. EC CORRÊAS

2022. VASCO

2023. EC CORRÊAS

2024. VASCO

2025. VASCO

 

TAÇA BRASIL (CBFS)

 

1968. CARIOCA

1969.  não foi realizado

1970. PALMEIRAS

1971. não foi realizado

1972.  SUMOV (CE)

1973. não foi realizado

1974.  CORINTHIANS

1975. não foi realizado

1976. NÁUTICO

1977. não foi realizado

1978. SUMOV (CE)

1979. não foi realizado

1980. SUMOV (CE)

1981. MONTE SINAI

1982.  SUMOV (CE)

1983. VASCO

1984. ATLÂNTICA BOAVISTA\ BRADESCO

1985. ATLÉTICO-MG

1986. SUMOV (CE)

1987. PERDIGÃO (SC)

1988. ÁGUA BRANCA (SP)

1989. ENXUTA (RS)

1990. PERDIGÃO (SC)

1991. BANFORT (CE)

1992. BANESPA (SP)

1993. ADC INPACEL (PR)

1994. ADC INPACEL (PR)

1995. ENXUTA (RS)

1996. ENXUTA (RS)

1997. BANESPA (SP)

1998. ADC GENERAL MOTORS (SP)

1999. INTERNACIONAL

2000. VASCO

2001. CARLOS BARBOSA (RS) e SUMOV (CE)

2002. MINAS TC

2003. JARAGUÁ (SC)

2004. JARAGUÁ (SC)

2005. JARAGUÁ (SC)

2006. JARAGUÁ (SC)

2007. JARAGUÁ (SC)

2008. JARAGUÁ (SC)

2009. CARLOS BARBOSA (RS)

2010. CORINTHIANS\ SÃO CAETANO

2011. JOINVILLE EC

2012. MINAS TC

2013. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2014. CRATEÚS (CE)

2015. JARAGUÁ (SC)

2016. CARLOS BARBOSA (RS)

2017. JOINVILLE EC

2018. PATO FUTSAL (PR)

2019. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2020. MINAS TC

2021. MAGNUS FUTSAL (SP)

2022. JOINVILLE EC

2023. PRAIA CLUBE (MG)

2024. JOINVILLE EC

2025. TRAIPU (AL)

 

CAMPEONATO BRASILEIRO (LIGA)

 

1996. ULBRA (RS)

1997. ATLÉTICO-MG

1998. ULBRA (RS)

1999. ATLÉTICO-MG

2000. VASCO

2001. CARLOS BARBOSA (RS)

2002. ULBRA (RS)

2003. ULBRA (RS)

2004. CARLOS BARBOSA (RS)

2005. JARAGUÁ (SC)

2006. CARLOS BARBOSA (RS)

2007. JARAGUÁ (SC)

2008. JARAGUÁ (SC)

2009. CARLOS BARBOSA (RS)

2010. JARAGUÁ (SC)

2011. SANTOS

2012. INTELLI (SP)

2013. INTELLI (SP)

2014. MAGNUS FUTSAL (SP)

2015. CARLOS BARBOSA (RS)

2016. CORINTHIANS

2017. JOINVILLE

2018. PATO FUTSAL (PR)

2019. PATO FUTSAL (PR)

2020. MAGNUS FUTSAL (SP)

2021. CASCAVEL (PR)

2022. CORINTHIANS

2023. ATLÂNTICO EREXIM (RS)

2024. JARAGUÁ (SC)

2025. JARAGUÁ (SC)

 

CAMPEONATO BRASILEIRO (CBFS)

 

2024. FORTALEZA

2025. ATLÉTICO-PI



2 de março de 2026


 

A COVARDIA DOS GOLPISTAS DO MARACANÃ

A final do Campeonato Carioca de 2026 será (outra vez) Da Mutreta x Fidalgo – Fla-Flu - os coirmãos que deram o golpe ao se apossar da Arena Maracanã em uma licitação com rabo, fuço, patas e cheiro de fraudulenta. Parece um jogo de cartas marcadas: o Da Mutreta, de virtual eliminado, subitamente virou finalista, enquanto o Fidalgo se favoreceu de situações estranhas na semifinal contra o Vasco.

Mandante no primeiro confronto (22\2, domingo) da semifinal, o Vasco foi proibido de enfrentar o Fidalgo no Maracanã. Ainda tristonhos com a eliminação na Copa do Brasil de 2025 na arena da licitação suspeita, e em choque com a festa dos vascaínos que a lotaram, os tricolores tiveram o apoio do coirmão, da FERJ, da TV Globo e da Polícia Militar do governador flamenguista Claudio Castro para impedir o Vasco de atuar no Maracanã ou até em São Januário.

Com método e covardia, eles esvaziaram o clássico, forçadamente realizado no Engenhão com apenas 10 mil pagantes (sem vendas na bilheteria) – Fidalgo 1x0 Vasco – domingo de carnaval. Por que Engenhão? Por que domingo? Porque o time dos ricaços de Laranjeiras havia perdido as duas últimas na arena, com sua pequena torcida engolida. Na última, com 65.000 pagantes (50.000 vascaínos).

No mesmo domingo (22\2) o Da Mutreta fez questão de encarar o Madureira no Maracanã, na outra semifinal. Bateu o pé: daqui eu não saio! Conta simples: 2 + 2 = 4. Vasco x Fluminense é clássico; Flamengo x Madureira não é. Ora: Vasco x Fluminense é no Maracanã e Flamengo x Madureira em outro estádio, outro dia. Eis o pensamento de um desportista com sentido de justiça, não para os cartolas dos coirmãos. 

Nem para a TV Globo, a vanguarda da FlaPress, ao impedir que o clássico pudesse ocorrer sábado à tarde ou segunda-feira no Maracanã com forte presença de vascaínos para não mudar sua grade de programação. Nem para o BEPE, que há vários anos proíbe dois jogos com torcidas rivais no mesmo dia e abriu exceção naquele domingo (22\2). Ou seja, a Polícia Militar botou em risco a população. Por acaso, não aconteceu mais uma tragédia.

No jogo de volta pela semifinal, Fidalgo 1x1 Vasco, mando de campo do Tricolor, que tinha a vantagem do empate – dessa vez domingo (1\3) no Maracanã... Com Flamengo x Madureira no dia seguinte (2\3) – distribuiu de graça ingressos aos associados (35 mil pagantes). Sem tempo a perder, a FERJ escalou o juiz Wagner do Nascimento para ter a certeza de que tudo correria como planejado.

Foi então que, aos 25 minutos do segundo tempo, marcou um pênalti a favor do Vasco, que ganhava por 1x0. Brenner perdeu. Porém, a grande área foi invadida por vários jogadores do Fidalgo antes da cobrança, diante do juiz – ele viu! -, o que é PROIBIDO pela FIFA, mas a irregularidade passou batida quando o correto, o justo, o legal, o bacana, o decente seria ter assinalado a repetição da cobrança.

No final, graças a um pênalti, o Fidalgo empatou e garantiu sua vaga na decisão.


GÓMEZ SE REVOLTA COM ARBITRAGEM

Andrés Gómez ficou indignado com a eliminação para o Fluminense neste domingo (1\2) e postou no seu Instagram a imagem da grande área invadida por vários adversários, diante do juiz, antes da cobrança errada de Brenner. Inclusive Samuel Xavier, que isolou o rebote para longe. Em vez de voltar o lance, o juiz WAGNER DO NASCIMENTO ignorou a REGRA 14 da IFAB (FIFA) por distração ou má fé (FOTO). 

“Que vergonha que num futebol tão competitivo se permitam essas coisas tendo um VAR. A pior e mais horrível sensação que deixam esses momentos”, desabafou o atacante, em espanhol.

É a quarta vez em 13 jogos na temporada que o Vasco é vítima do vandalismo dos juízes escalados pela FERJ e pela CBF.

O primeiro foi BRUNO ARLEU ARAÚJO. No Vasco 0x1 Flamengo, ele expulsou Barros num lance de cartão amarelo até para o comentarista de arbitragem de TV Globo, Paulo Cesar Oliveira. Com um a mais, o rival fez o gol e ficou por isso mesmo.

Depois, foi o sempre suspeito WILSON PEREIRA DE SAMPAIO, no 1x1 contra a Chapecoense, ao anular um gol vascaíno legítimo alegando falta de Nuno no goleiro, o que absolutamente não aconteceu. Menos dois pontos na conta...

No 0x0 com o Madureira, em São Januário, LUCAS COELHO SANTOS botou na cabeça que o pênalti claro sofrido por Andrés Gómez no segundo tempo não foi pênalti.