4 de maio de 2026

NA PRAIA, VASCO BUSCA O PENTA DA LIBERTADORES

Pela Copa Libertadores da América de futebol de areia (beach soccer), o tetracampeão Vasco encara o Dávila, do Chile, às 20h desta segunda-feira (4-5), na Arena Itapuã, em Vila Velha\ES – com transmissão ao vivo nos canais a cabo SPORTV 2 e Bandsports.

Na estreia pelo Grupo A, domingo passado (3-5), goleou por 7x2 o C.A. Argentino. Terça-feira que vem (5-5), fechando sua participação nesta primeira fase, o time vascaíno irá enfrentar o Guaicamacuto, da Venezuela.

Promovida pela CONMEBOL, estranhamente a Copa Libertadores da América em disputa é a de 2025, com todos os jogos na Arena Itapuã.

Além de Vasco, C.A. Argentino (ARG), Dávila (CHI) e Guaicamacuto (VEN), também participam Sampaio Corrêa\MA, Ceilândia\DF , Desportivo Salud (BOL), Sportivo Cerrito (URU), Playas (EQU), Guaviare (COL), Tito Drago (PER) e Sportivo Luqeño (PAR).


CAMPEÕES:

2016. Vasco da Gama

2017. Vasco da Gama

2018. Vitória-BA

2019. Vasco da Gama

2020. não foi realizada

2021. não foi realizada

2022. Presidente Hayes (PAR)

2023. San Antônio (PAR)

2024. Vasco da Gama


Na foto, BOKINHA, craque do Vasco e da Seleção Brasileira.


VASCO ESTRAGOU A FESTA DA FLAPRESS

O Vasco tropeçou no Flamengo e os dois ficaram no 2x2, no Clássico dos Milhões de domingo passado (3\5). Para a TV Globo, que transmitiu ao vivo, parece ter sido um desgosto profundo, especialmente para o narrador Everaldo Marques e os cinegrafistas (ou editores de imagem) da empresa.

A TV Globo ignorou o Vasco na cerimônia do hino nacional. Se não foi algo inédito, é no mínimo raro. Na certa, desrespeito aos vascaínos, patriotas ou não. 

Com os times e o trio de arbitragem perfilados, nos primeiros acordes do hino a imagem na tela passou a ser a torcida do Flamengo e,  em seguida, seus jogadores, um a um. Subitamente veio a censura. O corte: o trio de arbitragem e os jogadores vascaínos sumiram de vista, com a emissora da FlaPress focando de novo a torcida do Clube da Mutreta.

Tal prática é uma imitação fajuta da explorada por Mario Filho com o seu Jornal dos Sports nos distantes anos 30, quando o renomado diário esportivo tentava ligar a imagem do Flamengo – então elitizado, de viés racista – com a do povo brasileiro, numa campanha de popularização.

Além de Everaldo Marques, o time da TV Globo tinha os comentaristas Júnior, ex-craque do Fla e Roger Flores, ex-Fla-Flu e dois repórteres.

Com a bola rolando, o Vasco estava bem quando Pedro ganhou de Cuesta e Robert Renan: Flamengo 1x0. Everaldo Marques gritou “gol!!!”. E o seu jargão “VAMOS Flamengo!!!”. No 2x0, de Jorginho cobrando um pênalti maroto, o mesmo “VAMOS Flamengo!!!” cheio de empolgação. Mas, quando o Vasco diminuiu para 2x1, flexionou o jargão para... “VAI, Vasco!!!”.

Como ele próprio seria capaz de dizer: "Ridículo!".

Pênalti maroto porque o atacante Pedro já tinha perdido a jogada, atrasou a passada e teve seu pé pisado por Paulo Henrique. Assim sentenciou o VAR. “Não foi intencional, mas, mesmo assim, pisão no pé de vez em quando é pênalti”, constatou Roger. 

O apoio ao Flamengo era claro. Everaldo Marques cismou de chamar o rival de “Mengão”. Entre uma jogada e outra, anunciou o lançamento de um filme sobre Zico, em cartaz nos cinemas e produzido pela Globoplay com apoio do SporTV. 

Era “Mengão” para lá e “Vasco” para cá. Até que aos 37 minutos do segundo tempo algum chefe deve ter notado o disparate e reclamado pelo ponto eletrônico, na orelha, porque o narrador deixou de rasgar seda... “Flamengo”, dizia, quase tristonho, enquanto o Vasco passou a ser, por alguns minutos de compensação, o “Gigante da Colina”.

Quando o Vasco fez o primeiro gol, no final do segundo tempo, a vinheta na tela da TV Globo simplesmente errou o placar: “Flamengo 3x0”. Depois, corrigida para 2x1.

No gol de empate,  Hugo Moura nos acréscimos, o narrador fez um breve hiato antes da explosão vocal do “Gol!!!”. Já não tinha bambu para confeccionar flechas nem tempo para o “VAI, Vasco” porque o juiz Wilton Pereira Sampaio apitou o fim.

Então o cinegrafista mirou a torcida do Vasco. Roger: “Isso é o Vasco da Gama, que não desiste, que luta, encontra soluções (...)”. Pedro viu do banco seu time entregar o ouro e foi legal: “Em se tratando de clássico não pode ter cochilo”... Hugo Moura – o “Craque Betano (patrocinador do Flamengo e do Brasileirão-26)” – botou na conta de Deus.

3 de maio de 2026


FLA E TV GLOBO SABOTARAM O FUTEBOL BRASILEIRO 

Até 1986 quase não existia transmissão de futebol ao vivo no Brasil. Um ou outro jogo, no máximo.

Era proibido, mas tudo mudou em 1987.

Para transmitir o Campeonato Brasileiro – a Copa União, com seus módulos verde e amarelo – daquele ano com exclusividade a TV Globo e o recém-fundado Clube dos Treze negociaram. A emissora, a partir de então, passou a dar as cartas no futebol brasileiro, tornando-se rapidamente a principal fonte de receita dos clubes.

(O uso de publicidade nas camisas havia sido liberado pelo CND em 1982, mas ainda não era uma fonte robusta de dinheiro com exceção do Flamengo, bancado com o dinheiro público da estatal Petrobras).

A TV Globo se curvou ao Clube dos Treze – o precursor das “ligas” –, forçada a engolir a divisão em quatro níveis para o repasse do seu dinheiro: 1) Vasco, Flamengo, Palmeiras, Corinthians e São Paulo passaram a ganhar, anualmente, R$ 21 milhões. 2) O Santos, R$ 18,5 milhões. 3) Botafogo, Fluminense, Internacional, Grêmio, Cruzeiro e Atlético-MG, R$ 18 milhões, e 4) Bahia, Atlhetico-PR, Goiás e Sport, R$ 11 milhões.

Assim foi enquanto durou o Clube dos Treze, extinto em 2011. O Flamengo implodiu o clube aproveitando-se da saída de cena de Eurico Miranda em 2008, depois de ter perdido a eleição à presidência do Vasco para Roberto Dinamite.

Imediatamente, Flamengo e Corinthians começaram a receber mais que Vasco, São Paulo e Palmeiras, que ainda ficaram à frente de Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Botafogo e Fluminense e Bahia, mas as diferenças não eram tão grandes como atualmente.

O Vasco de Dinamite aceitou sem contestação o modelo de negociação individual com a TV Globo porque o clube, endividado, passou a receber o dobro. 

Em 2024, em uma entrevista para o GloboEsporte.com, o bravateiro Marcio Braga culpou o então falecido Eurico Miranda pelo fim do Clube dos Treze, quando aconteceu o oposto, sendo o Vasco o maior prejudicado.

O Flamengo sabotou o sindicato dos clubes até destruí-lo. A partir de então, com as negociações individuais e não mais coletivamente com a TV Globo (a vanguarda da FlaPress), naturalmente a diferença entre o “mais querido” da família Marinho para os demais disparou.

Em 2019, alguns clubes romperam a exclusividade da TV Globo e fecharam com emissoras de TV a cabo. Outros seguiram o caminho tortuoso, insatisfeitos com a avalanche de dinheiro que sempre cai nos cofres do Flamengo e, em menor volume, nos do Corinthians.

Hoje, os clubes se dividem: a Liga Forte União (LFU), com Vasco, Botafogo, Fluminense, Corinthians, Internacional, Cruzeiro, e a Liga do Futebol Brasileiro (Libra), com Flamengo, Palmeiras, Santos, São Paulo.

Para resolver o impasse unindo-as a partir de 2030, o presidente da CBF, Samir Xaud, promoveu um encontro na sede da entidade, na Barra da Tijuca, no ultimo dia 6 de abril.

Na Libra, a divisão do dinheiro não é mais em taxa única, mas em três vertentes: 1) uma parte fixa (40%); 2) uma por mérito esportivo (30%); e outra 3) por audiência na TV aberta e pay-per view (30% - muito acima do justo, que não poderia superar 10% se o propósito da CBF é o fair play financeiro). 

O Flamengo julga merecer mais dinheiro (baseado em pesquisas de opinião publica de firmas particulares contratadas por ele, como o IBOPE), desprezando o passado de isonomia do Clube dos Treze. Sem nenhum espírito esportivo (com apoio da TV Globo), impede a unificação do futebol brasileiro.

O Vasco perdeu o status da época do Clube dos Treze.

Por isso mesmo, o presidente Pedrinho – omisso na tramoia da Arena Maracanã, cuja licitação AINDA PRECISA ser alvo de ação judicial – nas negociações sobre cotas de TV tem a obrigação de vascaíno de se inspirar em Eurico Miranda e não aceitar menos que o máximo possível.

2 de maio de 2026

FLA PRESSIONA CBF PARA ESCALAR  JUIZ PREDILETO

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, não crê na imparcialidade dos juízes de futebol, tanto que contratou especialistas em scout para identificar e monitorar os árbitros que se encaixam  nas necessidades do time. Se o cartola sabe quem são eles e mantém uma relação quase de parceria com o atual presidente da CBF, Samir Xaud, é natural imaginar que a entidade sofra pressão para escalar os prepostos do clube que pode tudo, o Clube da Mutreta.

Por acaso (ou não?!) o Flamengo já foi beneficiado em ao menos sete jogos nessa temporada, pelo Campeonato Carioca, Brasileirão-26 e Copa Libertadores. O disparate não chama tanta atenção pública porque é normal, acontece todos os anos. 

Os comentários de Bap sobre scout de juiz, feitos à Fla TV, não o constrangeram.

Jactou-se: “A gente avalia os árbitros. Como é que apitam para o time da casa e para o visitante, os critérios que usam. Sabemos exatamente quem é o melhor para apitar um jogo do Flamengo no Maracanã ou fora”.

Sobre Samir Xaud, a quem Bap apresentou uma estranha versão de “fair play financeiro”, rasgou elogios: “Quando eu vejo a equipe que chegou à CBF, que tinha um certo descrédito do Flamengo, eles fizeram mais em seis meses do que nos últimos cinco anos”.

CONEXÃO PARAGUAI

A preocupação com arbitragem não se limita à FERJ e à CBF. O Flamengo contratou o diretor de competições da CONMEBOL, Fred Nantes, para se tornar o CEO do Maracanã – a arena usurpada pelos coirmãos Fla-Flu graças a uma licitação fraudulenta: sem fair-play!

Por acaso, pura coincidência mesmo, na final da Copa Libertadores-25 (Flamengo 1x0 Palmeiras) o juiz argentino Darío Herrera não expulsou o desleal Pulgar logo no começo, por agressão a um adversário com o jogo interrompido.

Nesta mesma competição, o Da Mutreta obteve algo que reflete seu prestígio: contra o Estudiantes, o juiz colombiano André Rojas expulsou Plata, mas a CONMEBOL cancelou punição e ainda puniu o árbitro, botando-o na geladeira.

Na Copa da Libertadores-26, voltou a ser favorecido.


JUIZ SUSPEITO NO CLÁSSICO DOS MILHÕES

É possível que na cartilha de scout do Flamengo os três preferidos para enfrentar o Vasco neste domingo (3\5) sejam Wilton Pereira Sampaio (GO), Anderson Daronco (RS) e Wagner do Nascimento Magalhães (RJ), todos habituados a agredir o time vascaíno (e sua torcida) com arbitragens facciosas, às vezes indecentes. Enfim, o escolhido pela CBF foi o primeiro deles.

Wilton Pereira Sampaio já prejudicou o Vasco em 2026, ao anular um gol legítimo marcando uma falta de Nuno Moreira que não aconteceu, no empate em 1x1 com a Chapecoense, num lance indiscutível, arrancou dois pontos do time na tabela do Brasileirão-26.

Bem cotado da planilha de scout ou não, o fato é que Wilton Pereira Sampaio prejudicou o Vasco em várias partidas.

Algumas:

VASCO 1X2 CORINTHIANS (2025) – Na final da Copa do Brasil, não cometeu erro grave, mas amarrou o jogo sem punir com rigor a cera escandalosa do adversário.

FLUMINENSE 2X1 VASCO (2024) – Não deu pênalti para o Vasco (mão de Manoel) e deixou de expulsar Ganso, por agredir um vascaíno e isolar a bola para longe já tendo cartão amarelo.

PALMEIRAS 1X0 VASCO (2023) – Anulou um golaço legal de Paulinho quando estava 0x0. VAR traçou a linha errada. Depois a CBF se desculpou...

VASCO 0X0 BAHIA (2021) – Não expulsou Gregory por falta dura em Benítez, mas num lance parecido tinha expulsado Castán. A CBF admitiu o erro.

CORINTHIANS 1X0 VASCO (2018) – Não marcou dois pênaltis claros, em Marrony e Kelvin, segundo o ex-juiz Sálvio Spínola, na ESPN. O técnico Alberto Valentim foi tirar satisfação. No final, ele ouviu do presidente Alexandre Campelo: “Juiz caseiro do caralho!”.


Foto: Terra - a  SKY, estampada na camisa de Sampaio, teve como CEO por mais de duas décadas Luiz Baptista, o BAP, o atual presidente do Flamengo.

PARAMOUNT DÁ RASTEIRA NA FLAPRESS

Na vitória do Vasco por 3x0 sobre o Olímpia, do Paraguai, pela Copa Sul Americana, na noite da última quinta-feira (30\4) em São Januário, o mais chocante não foi o golaço de Pumita e sim a atuação da equipe do canal a cabo Paramount, de longe a melhor transmissão por TV de um jogo do Vasco em muitos anos. 

Como a Paramount transmitiu a partida com exclusividade, muitos vascaínos (mal) acostumados a serem maltratados nas transmissões da Flapress (TV Globo, SPORTV, etc) foram surpreendidos. A equipe formada pelo narrador Marcelo Hazan, a comentarista Marília Ruiz e a repórter Monique Cardone deu show de competência.

O assunto repercutiu positivamente nas redes sociais vascaínas e não seria para menos, com a transmissão  humanizada pela inclusão das manifestações da torcida. Para quem assistia na TV, deu brilho ao espetáculo. 

A equipe da Paramount não questionava se aquele Vasco não era o titular ou se o estádio não tinha lotado.

“Estamos recebendo mensagens do Maranhão, do Piauí, de todo lado. A torcida do Vasco é gigantesca, em todo o Brasil”, dizia Hazan ao vivo. 

O cinegrafista caprichava em closes da torcida vascaína.

Exaltavam as conquistas: “tricampeão sul americano: em 1948 campeão dos campeões sul americano, em 1998 da Libertadores, em 2000 da Mercosul e agora falta a Copa Sul Americana”. Assim, valorizavam a competição e o produto à venda. 

Marcelo Hazan narrou como se na Força Jovem estivesse, tudo adquiria novas cores: 

“Leonardo Jardim repõe a bola e lá estão eles cantando, os Loucos da Saída três”... “O jogo está para acabar, agora é o tema da vitória, sempre cantam assim nos momentos finais; o Vasco é minha vida, sua história vamos honrar”... “Bola com Marino, avança e perde”... “Nunca vão entender esse amor!”.

Quase no final anunciou o próximo jogo (2\5), “um grande clássico nacional no qual o Flamengo não perde há 13 jogos”. Sem alarde, sem olhos esbugalhados. E só.

Os comentários de Marília Ruiz eram pertinentes e respeitosos. Não sei o clube do coração deles, isso nem importa, porque são a prova de que a apaixonada torcida vascaína merece muito mais do que recebe da sinistra Flapress.

FLAPRESS: HISTÓRIAS SEM PÉ NEM CABEÇA

No Vasco 1x2 Botafogo pelo Brasileirão-26, o SPORTV, canal a cabo da FlaPress, era representado pelo locutor tricolor Luís Carlos Júnior, pelo comentarista e ex-craque Júnior e pelo ex-juiz Paulo César de Oliveira. Os três cometeram um grave engano ao “exigir” a expulsão de Saldívia, em uma disputa de bola na qual Matheus Martins desabou.

O beque vascaíno nem tocou em Matheus Martins e este simulou como um canastrão. Deveria receber o cartão amarelo e não ao contrário, daí que o comandante do VAR, Rodrigo Ferreira, nem recomendou a revisão. 

No estádio o público ter achado que foi para vermelho é uma coisa, como os cartolas do Botafogo que até ameaçaram ir protestar na CBF. Mas os da FlaPress, podendo rever o lance inúmeras vezes, sei lá. 

O lance foi discretamente excluído do vídeo da Globoplay com os "principais lances" do clássico.

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No Fla-Flu (os usurpadores da Arena Maracanã graças a uma licitação fraudulenta) um ótimo repórter do SPORTV acabara de entrevistar Paquetá quando pintou o ato falho: “Obrigado pela vitória”... 

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O comentarista Zinho, torcedor do Flu e ex-jogador do Fla, despejou mágoa e ignorância na ESPN: “Deu B.O. na venda da Vasco SAF, eu avisei! Tomar o remédio amargo que o Flamengo (sic) tomou eles não querem. Eu tenho um valor a receber e vão me pagar em dez anos, sem juros. Todo castigo é pouco”.

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Um dia Magno Alves, ex-Fluminense, foi entrevistado no SPORTV. Isso tem mais de década. Conversa vai, conversa vem e surge o assunto dos cinco gols dele no 6x1 contra o Santa Cruz, pelo Brasileirão-2000. Um dos dois entrevistadores lembrou que Roberto Dinamite também marcou cinco, em 1980. Magno Alves chutou: “Mas não foi no Maracanã, como eu. É diferente, né?”. Daí que os entrevistadores tiveram a suprema cara de pau de não informar que o Vasco 5x2 Corinthians de 1980 foi no Maracanã, com 107.474 pagantes (130.000) e craques em ação: Dinamite, Sócrates etc... Na preliminar, Flamengo 3x0 Bangu – aí surgiu a ‘Fla-Fiel’. Já o Flu 6x1 Santinha foi uma pelada para 11.660 pagantes.

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Ponta de lança da FlaPress, o LANCE cobriu a final da Copa MERCOSUL de 2000, Palmeiras 3x4 Vasco, a virada mais incrível da história do futebol mundial, de 0x3 no primeiro tempo para 4x3 com um a menos e na casa do adversário. Fabio Mazzitelli (da sucursal paulista), talvez descendente de italianos, talvez palmeirense, talvez inconformado, deu as notas 4 para Odvan, 6 para Juninho, 8 para Romário etc...

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"Trabalhar lá [na TV Globo] e não torcer para o Flamengo ou para o Corinthians te deixa vulnerável (...)”,  constatou a repórter e vascaína Carol Barcellos. Como não dar razão a ela depois que a ótima apresentadora do “RJ 1”, no Peru, para ver o seu Flamengo na final da Libertadores, surgiu em uma roda de torcedores cantando que “ia dar porrada na torcida vascaína”? Depois, se desculpou.

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A Globoplay lançou agora o documentário “Artilheiros do @spotv, com os maiores do Brasileirão”. Dos quatro principais, três fizeram a maioria de seus gols pelo Vasco, clube que os revelou e onde encerraram as carreiras: Roberto Dinamite, Romário e Edmundo. Porém, a capa do produto ignora Dinamite (o maior de todos, com 190), mas tem Dario (127), com a camisa do Atlético-MG, Zico (135, o sexto), com a do  Flamengo – o “episódio 1” – e Romário e Bebeto (ex-Vasco) com a da Seleção Brasileira. Não é  acaso: é manipulação.

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Também na Globoplay, no documentário sobre Eurico Miranda, faltam partes marcantes da vida do cartola. Um (bom) repórter da TV Globo diz: “Antes do Eurico, Fla e Flu eram os maiorais”. Mas se omitiu ao não dizer que isso era em campo (e nos tribunais), já que os mais populares sempre foram Vasco e Flamengo. O diabo está nos detalhes... 

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E tantas e tantas outras.