Mostrando postagens com marcador jogo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jogo. Mostrar todas as postagens

2 de março de 2026


 

A COVARDIA DOS GOLPISTAS DO MARACANÃ

A final do Campeonato Carioca de 2026 será (outra vez) Da Mutreta x Fidalgo – Fla-Flu - os coirmãos que deram o golpe ao se apossar da Arena Maracanã em uma licitação com rabo, fuço, patas e cheiro de fraudulenta. Parece um jogo de cartas marcadas: o Da Mutreta, de virtual eliminado, subitamente virou finalista, enquanto o Fidalgo se favoreceu de situações estranhas na semifinal contra o Vasco.

Mandante no primeiro confronto (22\2, domingo) da semifinal, o Vasco foi proibido de enfrentar o Fidalgo no Maracanã. Ainda tristonhos com a eliminação na Copa do Brasil de 2025 na arena da licitação suspeita, e em choque com a festa dos vascaínos que a lotaram, os tricolores tiveram o apoio do coirmão, da FERJ, da TV Globo e da Polícia Militar do governador flamenguista Claudio Castro para impedir o Vasco de atuar no Maracanã ou até em São Januário.

Com método e covardia, eles esvaziaram o clássico, forçadamente realizado no Engenhão com apenas 10 mil pagantes (sem vendas na bilheteria) – Fidalgo 1x0 Vasco – domingo de carnaval. Por que Engenhão? Por que domingo? Porque o time dos ricaços de Laranjeiras havia perdido as duas últimas na arena, com sua pequena torcida engolida. Na última, com 65.000 pagantes (50.000 vascaínos).

No mesmo domingo (22\2) o Da Mutreta fez questão de encarar o Madureira no Maracanã, na outra semifinal. Bateu o pé: daqui eu não saio! Conta simples: 2 + 2 = 4. Vasco x Fluminense é clássico; Flamengo x Madureira não é. Ora: Vasco x Fluminense é no Maracanã e Flamengo x Madureira em outro estádio, outro dia. Eis o pensamento de um desportista com sentido de justiça, não para os cartolas dos coirmãos. 

Nem para a TV Globo, a vanguarda da FlaPress, ao impedir que o clássico pudesse ocorrer sábado à tarde ou segunda-feira no Maracanã com forte presença de vascaínos para não mudar sua grade de programação. Nem para o BEPE, que há vários anos proíbe dois jogos com torcidas rivais no mesmo dia e abriu exceção naquele domingo (22\2). Ou seja, a Polícia Militar botou em risco a população. Por acaso, não aconteceu mais uma tragédia.

No jogo de volta pela semifinal, Fidalgo 1x1 Vasco, mando de campo do Tricolor, que tinha a vantagem do empate – dessa vez domingo (1\3) no Maracanã... Com Flamengo x Madureira no dia seguinte (2\3) – distribuiu de graça ingressos aos associados (35 mil pagantes). Sem tempo a perder, a FERJ escalou o juiz Wagner do Nascimento para ter a certeza de que tudo correria como planejado.

Foi então que, aos 25 minutos do segundo tempo, marcou um pênalti a favor do Vasco, que ganhava por 1x0. Brenner perdeu. Porém, a grande área foi invadida por vários jogadores do Fidalgo antes da cobrança, diante do juiz – ele viu! -, o que é PROIBIDO pela FIFA, mas a irregularidade passou batida quando o correto, o justo, o legal, o bacana, o decente seria ter assinalado a repetição da cobrança.

No final, graças a um pênalti, o Fidalgo empatou e garantiu sua vaga na decisão.

6 de fevereiro de 2026

                                                                       

GOIANO SE FANTASIA DE JUIZ LADRÃO 

Um cidadão procedente de Goiás de nome Wilson Pereira de Sampaio – profissão desconhecida – surgiu no salão de São Januário na última quinta-feira à noite (5\2), dizendo que ia apitar o baile: Vasco x Chapecoense. O anfitrião se vestia de Almirante, a Chape de colombina e Sampaio de juiz ladrão. Todo mundo achou a fantasia dele estranha, porém, como tinha credencias da CBF – a LIESA do mal – foi aceito numa boa.

As marchinhas enchiam o salão de alegria, isso até Brenner abrir o placar. Vasco 1 a 0. Só que o tal juiz ladrão anulou o gol marcando uma falta inexistente de Nuno no goleiro (VÍDEO).

Como não estava sob o efeito de lança perfume ou cheirinho da loló, ele simplesmente tentava fazer jus à fantasia. Feliz da vida como um bate-bola, deixou de marcar um pênalti no segundo tempo para o dono do baile.

No último ato a Chapecoense deu o seu único chute a gol em 96 minutos. 1 a 1. Enquanto São Januário ia virando baile funk o cidadão procedente de Goiás nem tirou sua fantasia de juiz ladrão, pegou um carrão de vidro preto e se mandou.

Começou o Carnaval.

21 de janeiro de 2026


JÁ COMEÇOU A MUTRETA?


O Flamengo acaba de ganhar roubado por 1x0 do Vasco. Dessa vez o golpe ocorreu aos 4 minutos do segundo tempo, quando Barros foi expulso num lance em que merecia um cartão amarelo no máximo. Há dúvidas sobre intenção do jogador, mas o  juiz Bruno Arleu Araújo viu maldade. Arleu que foi suspenso duas vezes pela CBF no último Campeonato Brasileiro por incapacidade técnica.

Tirou de campo o principal marcador do time do Vasco na maior cara de pau e ficou por isso mesmo.

O ex-juiz e comentarista contratado pela FlaPress – a TV Globo –, Paulo César de Oliveira, de péssima lembrança para os vascaínos, considerou injusto o cartão vermelho. Paulo Nunes, outro (bom) comentarista e ex-jogador do rival, era o menos imparcial da equipe: “Não sei se foi com essa intensidade toda”...

Curiosamente, o gol foi de Carrascal, o mesmo que por pouco não quebrou perna de Fabinho, do Red Bull Bragantino, e sequer recebeu amarelo do juiz Antônio do Nascimento (o VAR nem chamou sua atenção)... A falta por trás de Barros também fez lembrar a final da Libertadores-25, quando Pulgar deveria ter sido expulso no início por agredir um atleta do Palmeiras com o jogo interrompido.

Nesses três episódios estava 0x0 (contra Vasco, Red Bull Bragantino e Palmeiras).

Nesses três os juízes mudaram o destino dos acontecimentos.

Nesses três o Flamengo venceu.

Mutreta?... Imagina! A lei é diferente para alguns. 


15 de fevereiro de 2024


JUIZ IMPEDE A VITÓRIA DO VASCO

Ao anular um gol legítimo de Vegetti, aos 45’ do segundo tempo, o juiz Bruno Mota Corrêa impediu a vitória do Vasco, no 0x0 contra o Fluminense desta quarta-feira à noite, no Maracanã. É o quarto jogo em que o time de São Januário vê-se prejudicado pelas arbitragens neste Campeonato Carioca.

Bruno Mota Corrêa não poderia trair seu coração: circula na Internet uma foto, possivelmente dele, vestido com a camisa da Young Flu – facção criminosa vetada nos estádios, inimiga dos vascaínos –, mais jovem, promovendo a violência.

Se confirmada a veracidade desta foto, seria o caso de anulação da partida.

Até o ex-juiz Carlos Eugênio Simon – no passado, um recordista quando o assunto era prejudicar o Vasco –, hoje comentarista de uma emissora de TV, concordou que o gol de Vegetti foi legal, pois o atacante, de forma alguma, cometeu falta no seu marcador.

Houve outros lances polêmicos ignorados pelo “distraído” Bruno Mota Corrêa. Fanático tricolor ou não, do tipo raivoso ou não, poderia ter assinalado ao menos dois pênaltis a favor do Vasco, um de Ganso em Vegetti e outro de Cano, com a bola explodindo no braço dele, na grande área, quando estava na barreira.

O VAR apontou a possível irregularidade, o juiz foi convocado a observar as imagens e ficou por isso mesmo. De quebra, anulou um gol de David por impedimento, duvidoso até no VAR, no começo do 2º tempo, expulsou injustamente Medel – relatou na súmula por ter dado um soco e é mentira - e não fez o mesmo com André, que já tinha cartão amarelo, após uma agressão a Zé Gabriel.

Sobre o violentíssimo Felipe Mello, ele foi visto pouco antes do jogo sorrindo e dando tapinhas no rosto de um componente do trio de arbitragem. Seriam eles... Amigões?

À noite, a FERJ – que de inocente nada tem - emitiu uma nota em defesa de Bruno Mota Corrêa, com a chancela da empresa de consultoria Good Game, famosa e “imparcial”, jura a federação.

29 de novembro de 2023


O JUIZ QUE SUMIU COM UM PÊNALTI 

Como juiz, Paulo César Oliveira costumava ser assustador para a torcida do Vasco. Na função de comentarista da FlaPress, no SporTV, é bem mais justo. Por isso, no jogo desta terça-feira (28-11) condenou a não marcação de um pênalti quando estava Corinthians 3x2, aos 28min do segundo tempo, cometido por Moscardo e desconsiderado pelo juiz Sávio Pereira Sampaio (DF) e pelo representante de VAR, Daniel Nobre Bins (RS). 

Semelhante a um sofrido pelo Vasco na rodada anterior.

 Ele até tentou evitar, mas a bola bateu no cotovelo, que estava ampliando o espaço do corpo, uma posição antinatural. Esse lance lembra o pênalti cometido pelo Rossi contra o Cruzeiro  observou Paulo César Oliveira.

Pela oitava vez o Vasco teve um jogo raptado por um juiz escalado pela CBF neste Campeonato Brasileiro. O Corinthians – como quase sempre – se favoreceu da arbitragem para vencer (4x2), algo que virou rotina faz tempo – neste quesito, talvez, só perca para o Flamengo.

Sávio Pereira Sampaio errou e deixou claro que o fez intencionalmente.

Erro técnico, não de interpretação.

Erro assumido pelo autor – por incompetência ou razões inconfessáveis.

Veja só:

Quando os jogadores vascaínos foram reclamar, solicitar que o VAR checasse, ele fez um gesto com as mãos – claríssimo – de que a bola teria quicado no gramado antes de atingir o braço de Moscardo – e, neste caso, não seria pênalti.

Acontece que de maneira alguma isso aconteceu.

PS. De quebra, Sampaio relatou na súmula que depois do quatro gol alguns objetos foram atirados em campo – uma lata de cerveja fechada, copos de plástico – sem atingir ninguém. Disse que os autores não tinham sido identificado até ele desaparecer.

PS II. Com exceção de Paulo César Oliveira, outra vez a sinistra FlaPress (Fla-Flu) fez cara de paisagem. Inclusive na transmissão pelo SporTV.

PS III. A vitória do Vasco poderia ter sido facilitada caso a partida fosse no Maracanã, o que, melancolicamente, não aconteceu. Em São Januário, o prejuízo foi total. Irreversível.    

2 de outubro de 2023


VASCO DANÇA COM JUIZ BOMBADO

Num jogo de cartas marcadas, o Vasco perdeu para o Santos por 4x1, na tarde deste domingo (1\10), na Vila Belmiro. Tudo corria bem, o time vascaíno melhor, apertando e com bom toque de bola. Isso até os 9', quando o santista Marcos Leonardo cavou um pênalti em disputa normal com Pumita Rodríguez. O juiz Ânderson Daronco (RS-FIFA) em cima do lance mandou seguir. O narrador da Fla-Press (TV Globo), Everaldo Marques, não viu falta. Porque, realmente, não houve. Eis que o chefe do VAR, Wagner Reway (PB-FIFA), chamou Daronco ao pé do ouvido, e o persuadiu a marcar o pênalti fantasma. Santos 1x0.

A chuva não parava quando Vegetti empatou depois de tabela com Gabriel Pec. Com o Vasco melhor, parecia que a virada era questão de tempo. Daronco, o juiz, marombeiro, que marcara pênalti em um toque suave de Pumita, deixava o pau cantar. Não expulsou Rincón. O clima na Vila Belmiro andava tenso – o Santos na zona de rebaixamento – e suavizou quando fez dois gols relâmpagos no final do primeiro tempo. 

O Vasco piorou na segunda parte. Ânderson Daronco voltou a influenciar aos 8': Soteldo, pensando estar no circo, resolveu se equilibrar sobre a bola, gerando confusão. Dois expulsos, um de cada lado (e um reserva). Soteldo armou tudo, se desculpou e só ganhou um cartão amarelo. Teve tempo, inclusive, de fazer o último gol da tarde.

________________________________

Antes do jogo, um comportamento estúpido do Santos F.C.: o sistema de som da Vila Belmiro debochou do fato de o Vasco ter disputado algumas vezes a série B.