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19 de dezembro de 2025

FLAPRESS NUNCA PERDE SEU VENENO

Surgida na década de 1930 com a missão primordial de combater o Vasco, a FlaPress está venenosa porque a presença do Vasco no Maracanã e a chance de ser campeão de uma competição nacional a perturba. Não?! Bastou o time se classificar para a final da Copa do Brasil que o site de O Globo anuncia: Robert Renan prefere enfrentar o Corinthians em São Januário. O Lance fez o mesmo com Rayan. A suposta pergunta feita aos jogadores tenta naturalizar o absurdo, ao sugerir que a grande final, entre dois clubes de massa, tivesse 19.000 espectadores num estádio pequeno isso é desejar o mal dos vascaínos. 

Os coirmãos da zona sul Fla-Flu se favoreceram da licitação decidida de véspera para usurpar o Maracanã e causar danos ao Vasco. A exclusão de um clube da zona norte de raízes populares da maior praça esportiva da cidade, em 2024, é só mais um capítulo de uma longa historia de ações elitistas naturalizadas na FlaPress.   

“Lugar de vascaíno é em São Januário”. Com este jargão, o tricolor e radialista Deni Menezes, então repórter da Rádio Globo, induziu mais de uma geração de vascaínos a crer que o velho estádio era o “único” legítimo, raiz, afinal o mesmo jamais teve a preocupação de ampliar o jargão: “Lugar de vascaíno é no Maracanã ou qualquer estádio”... 

No final da década de 1980 e início dos anos 90, o público sumiu do Maracanã, obrigando os times a atuarem em estádios menores: o Flamengo na Gávea, o Fluminense em Laranjeiras e o Botafogo no Caio Martins, em Niterói. Quando houve um retorno gradual ao templo – mesmo com jogos deficitários – o Vasco de Eurico Miranda resolveu ficar em São Januário, transformando-o no palco dos melhores jogos. talvez, o maior erro do ex-presidente.

9 de maio de 2024

CUIDADO COM O VENENO DA FLAPRESS

Com o propósito de desqualificar o ‘Consórcio Maracanã Para Todos’, o site globoesporte.com lançou, na tarde desta quinta-feira (9-5), uma fake News. Manchete: Proposta de Vasco e WTorre pela licitação do Maracanã previa até 10 shows por ano e venda de naming right. O antídoto contra o veneno está no oitavo parágrafo: a previsão é de DOIS shows e 75 jogos nos primeiros CINCO anos de contrato, ou seja, até o final de 2029.

EXATAMENTE DOIS SHOWS aconteceram em 2023 na gestão provisória dos coirmãos Fla-Flu, que, assim, puderam encher os seus cofres graças a Paul McCartney e Ivete Sangalo. Os clubes da zona sul defendem, com toda razão, que o excesso de espetáculos musicais pode causar danos no gramado.

O ‘Consórcio Maracanã Para Todos’ propõe DEZ shows só a partir de 2030 – isso, considerando a redução do número de jogos de 75 para 40 - no caso de Flamengo e Fluminense – por razões, hoje, inexistentes - desistirem de usar o estádio - porque o contrato diz que o futebol é prioritário.

O agente da FlaPress tem o disparate de cravar uma “média” (sic) de oito shows por temporada, entre 2024 e 2044 ao preço de R$ 1 milhão cada um, sem variação alguma em vinte anos. Para contar vantagem em nome dos queridinhos do sistema, ressalta que a previsão do ‘Consórcio Fla-Flu’ é de um único show a cada ano.

A reportagem tentou encontrar na proposta do ‘Consórcio Maracanã Para Todos’ alguma referência à possível implantação da amaldiçoada grama sintética e nada. O jeito foi o contorcionismo: o gramado, diz o texto, irá receber um “preparo” para encarar os shows... da próxima década.

A comissão de licitação da Casa Civil do Governo do Rio de Janeiro, cujos membros – QUEM SÃO? - foram indicados pelo flamenguista e governador Claudio Castro, rasgou o edital bolado por eles próprios ao vetar Santos e Brusque no consórcio que reúne WTorre e Vasco.

Para a FlaPress, isso é pura bobagem.

Sobre a paridade entre as “propostas financeiras” – a do ‘Consórcio Maracanã Para Todos’ foi de R$ 20.000.777,28\ano e a do ‘Consórcio Fla-Flu’, de R$ 20.060.874,12\ano -, o globoesporte.com não desconfia de vazamento de informação. Aposta que foi só coincidência. Coisas do destino...


6 de abril de 2024


ASSASSINATOS NO NINHO: NINGUÉM PRESO

O filme “O Ninho – futebol e tragédia”, do diretor Pedro Asbeg, em cartaz no NETFLIX, conta a história do assassinato de dez adolescentes no centro de treinamento do Flamengo, em 2019. Quase cinco anos depois, ninguém está preso. Um bom documentário, apesar de certos exageros retóricos em relação ao rival, talvez para contrabalançar ou justificar as críticas. 

 *     *    *

+ Uma semana antes deu problema em um ar condicionado e um técnico foi lá consertar

+ 8\2 às 4h30 o fogo começa

+ BENEDITO FERREIRA (segurança): batiam nas paredes. Ele salvou três

+ DEZ MORTOS (entre 14 e 17 anos)

+ primeiro depoimento do presidente RODOLFO LANDIM: vinte segundos

+ Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil descobrem irregularidades

+ sem alvará de funcionamento, nem certificados

+ na planta, consta um estacionamento no local

+ prefeitura determinou a interdição em 2017 e já aplicou 31 multas

- CT não tinha aval de três órgãos

+ REINALDO BELOTTI (CEO): Acidente trágico. Não foi por falta de cuidados...

+ a polícia, na 42ª DP - "BENEDITO FERREIRA, você estava dormindo no horário do acontecido?"

+ “Flamengo não barganha com a vida dos meninos!”, debocham os cartolas

+ valor fixo para todas as famílias, chega-se a preparar o documento, tudo certo

+ CÍNTIA GUEDES (defensora pública): “O Flamengo estava disposto, mas trocou de escritório” 

+ RODOLFO LANDIM: “O que a gente não pode é pagar um valor estratosférico que iria afetar tremendamente... 

+ nova reunião no MP-RJ para definir valores

+ RODOLFO LANDIM não vai

+ Foi mais triste do que o enterro do meu filho - MARÍLIA BARROS (mãe de Arthur Vinícius)

+ O vice jurídico, RODRIGO DUNSHEE, aparece sem proposta

+ o advogado flamenguista abre a boca: Daqui a 15 minutos eu tenho outra reunião...

+ CRISTIANO ESMÉRIO (pai de Christian): soco na mesa.

+ mães choram

+ a negociação coletiva é cancelada 

+ AMARO COELHO (perito criminal): Falha no interior do ar condicionado do quarto seis. Super aquecimento, curto circuito no rolamento do motor, atinge a mobília, ganha o ar e ocorre a tragédia

+ VICTOR SATIRO (perito criminal): Desleixo na utilização dos conectores, ligação direta

+ gambiarra

+ e-mails descobertos pelo UOL mostram que dirigentes sabiam de tudo

+ clube alertado pela CDI, firma que repara a parte elétrica

+ sequência de e-mails internos para MARCELO HELMAN, gerente do Ninho do Urubu

+ terreno comprado em 1985

+ obras do CT avançaram na gestão de BANDEIRA DE MELLO (FOTO)

+ sacos de dinheiro

+ inaugurado com pompa

+ um ano depois, na ALERJ: CPI – parentes e cartolas 

+ jogo de empurra entre BANDEIRA DE MELLO e RODOLFO LANDIM

+ RODRIGO DUNSHEE: Eu, como Rodrigo... não me sinto responsável

+ BANDEIRA DE MELLO: É bastante crível que o presidente não soubesse

+ os contêineres, antes de serem alojamento eram academia de musculação

+ arapuca

+ uma só porta de saída e janelas gradeadas

+ CÍNTIA GUEDES quis saber quem instalou as grades e não obteve resposta

+ portas de correr de material que quando esquenta breca

+ sem saída de emergência

+ sem sinalização

+ paredes de painel duplo de aço com preenchimento de poliuretano, um material que libera monóxido de carbono

+ gás

+ aço conduz energia térmica

+ assinatura de BANDEIRA DE MELLO tomando ciência da interdição consta em documentos dos Bombeiros, da prefeitura e do MP-RJ

+ BENEDITO FERREIRA: demitido

+ quase todos os 16 sobreviventes dispensados

+ a torcida se solidariza com as famílias

+ depois, o clube passa a ideia de que se gastar muito deixa de investir e uma parte da torcida passa a ver as famílias como aproveitadoras

+ 2019: Flamengo torrou mais de R$ 250 milhões

+ maioria aceitou acordos ruins

+ Eles foram vencidos pelo cansaço

+ Oito pessoas estão respondendo na Justiça por dez homicídios culposos e três crimes de lesão corporal 


 VASCAÍNOS HERDARAM O PRECONCEITO CONTRA AS TORCIDAS DOS 'TIMES DE FÁBRICA'

Nas primeiras décadas do século XX, o foot-ball era coisa de bacana – o pioneiro é o Fluminense, de 1902 –, e os clubes fundados na zona sul (exceção ao América F.C.), pelos filhos da elite que emergia na recém-proclamada República, logo se organizaram para monopolizar o esporte. Os seus torcedores – brancos e de bons modos; a fina flor – se assustavam com os adeptos dos “times de fábrica”, vistos como desordeiros. A maioria desses times não resistiu à profissionalização (anos 30). A má fama das plateias rompeu o tempo, transfigurada para as torcidas dos “times de subúrbio” – eram várias; hoje, são os vascaínos.

O primeiro encontro entre players e torcedores dos “times da elite” e dos “times de fábrica”, no Bangu x Fluminense, pelo Campeonato Carioca de 1906, foi tão impactante que a recém-criada Liga Metropolitana de Foot-Ball (LMF) seria dissolvida para que surgisse no seu lugar a Associação Metropolitana de Sports Atléticos (LMSA). Regulamento: “A directoria da Liga resolveu, por unanimidade de votos, que não sejam registrados, como amadores, as PESSOAS DE CÔR. (...)” - 22 de maio de 1907.

Dos sete mil habitantes de Bangu, 1.417 batiam ponto na Companhia Progresso Industrial do Brasil. O Paiz: “torcem fervorosamente pelo time da casa”.

Em 1918, Bangu, Carioca F.C., Andarahy e Mavilis eram os “times de fábrica” (ou “operários”) com as torcidas mais vibrantes da cidade. Os jornais – não havia rádio, TV, e internet nem em delírio – as classificavam como “indisciplinados e agressivos batalhões”. Correio na Manhã: “O foot-bal ontem, no Andarahy, acabou em pao”. Às vezes, os fãs do Mavilis agrediam até os juízes. “Brigaram com torcedores do Confiança e do Engenho de Dentro”, contou O Imparcial.

Sobre as condições de mobilidade urbana, João do Rio explicou: “A gente de Botafogo tem só de se dar com a gente de Botafogo [Laranjeiras\Flamengo] e a gente do subúrbio com a gente do subúrbio. As estações de trem da Central do Brasil têm contexto amplo, constatou Olavo Bilac, em A Notícia: “Cada uma tem o seu teatro, o seu parque, o seu cinematógrafo e o seu club”.

A expressão “torcida organizada” nem existia, mas, entre 1917 e 1922, com o Vasco nas segunda e terceira divisões, o time era seguido pelo Grupo do lasca o pau. O português José Paradantas era o líder. O jornalista Álvaro do Nascimento conta, no Jornal dos Sports: “(...) com sol ou chuva, nos campos suburbanos, constituíam a policia de choque a dar garantia e segurança a ‘nossas’ representações (time e torcida)”.

Há noticias sobre a rivalidade entre torcedores do Vasco e do Vila Isabel na segunda divisão: o pau cantou em 1923, com direito a tiros. Os periódicos registravam brigas, como esta: um torcedor do América e outro do Fluminense tomavam caldo de cana, na Praça XI, quando um esfaqueou o outro.

Na revista teatral É da fuzarca, um exemplo do preconceito: “Futebol é um esporte que provoca sururu/ Eu sou lá da zona norte e torcida do Bangu”.

Antes do Flamengo 1x2 Vasco, na Rua Paysandu, em 1928, o Diário Carioca produziu um editorial, no qual escancarava o seu preconceito contra os players e a torcida vascaína, acusando-os de arruaceiros e que a força policial deveria proteger os rubro-negros:

 “(...) Quanto às desordens, que os adeptos do Vasco anunciaram, podemos asseverar aos nossos leitores que elas não se realizarão, por duas razões: a repressão severa, e porque conhecemos os jogadores do clube local, e sabemos de que espécie de gente se compõe o seu corpo de associados, que tem a educação suficiente para não se imiscuir com a torcida anonyma e apaixonada, como é a do Vasco da Gama”. 

Na década de 1930, a imagem do torcedor de clubes da zona norte como violentos é reforçada, e que os estádios da região eram perigosos - construída nos jornais e pelos torcedores dos clubes da zona sul, que, mesmo tendo estádios semelhantes (exceção do Flu e do Vasco), os chamavam de “galinheiros”.

Mario Filho: “Quem entrava em Figueira de Melo tinha de sair pelo corredor, os torcedores do São Cristóvão brandindo bengalas e pedaços de pau (...) os brancos dos outros clubes recebiam cachações na geral, na arquibancada, e no corredor de saída corria até o risco de levar uma navalhada”.

Em 1932, no Olaria x Flamengo, na Rua Bariri, um cartola flamenguista reclamou: “Pedi ao nosso diretor que mandasse guarnecer nosso arqueiro, pois os assistentes lhe arremessavam tudo: pedras, cascas de laranja, garrafas”. Mario Filho: “O time precisava levar seus torcedores, pois não tinha os locais. Cruzavam a cidade em caravana”. 

A elite sentia – e continua sentindo – pela torcida do Vasco – com sua base no subúrbio –  a raiva secular pelos pobres.  

Diário Carioca: “Botafogo e Vasco jogariam na Rua Figueira de Melo quando nos aspirantes (...) a torcida do Vasco (sempre a mesma), não se conformou ante uma decisão do árbitro, Sr. Bolivar Castro, do Fluminense, invadiu o campo e o agrediu (...) como só ela sabe fazer”.

Em 1947, em Teixeira de Castro, no Bonsucesso x Fluminense, a torcida local ficou tão irritada com as lambanças do juiz Alberto da Gama Malcher que perdeu o bom senso: um desvairado acertou um soco nele, que desmaiou e foi levado a um hospital para recompor o malar esquerdo.  

ATUALIZAÇÃO

A visão preconceituosa, manipuladora, em relação à torcida do Vasco atravessou as décadas e chega aos dias de hoje, estando presente na licitação do Maracanã.

Quem não é da zona sul não brinca no parquinho...

Os vascaínos foram os maiores prejudicados com a demolição do velho Maracanã, a construção e privatização da nova “arena”, em 2013, a as licitações – partes de um único projeto macabro: a destruição dos espaços públicos, com a exclusão das classes populares.


FOTO - Revista Careta, 1933.

16 de fevereiro de 2024


 

2013: HÁ DEZ ANOS, FLAPRESS AVALIZAVA UM ATAQUE AOS VASCAÍNOS

Uma das ações mais covardes da história do futebol carioca ocorreu em 2013, quando a torcida do Vasco deixou de ter prioridade à direita da tribuna do Maracanã, preterida por uma torcida que sempre foi (e é) menor: a do Fluminense, a partir de uma parceria com o Flamengo. Os clubes dos ricos da zona sul – e que carregam a mancha do racismo – passaram a excluir e a discriminar no estádio os vascaínos, como tentam fazer, sempre unidos, desde 1923.
  
O ardil em três atos:

UMA BANDA NO VASCO - Os concorrentes da licitação para gerir a Arena Maracanã por 35 anos eram o Consórcio Maracanã S/A — vencedor de véspera – e o Complexo Esportivo e Cultural do Rio. A oferta vitoriosa foi de R$ 5,5 milhões\ano, em 33 parcelas. Total: R$ 181,5 milhões. O consórcio (Odebrecht: 90%, IMX Holding S/A: 5% e AEG: 5%) ao restituir aos cofres públicos R$ 5,5 milhões\ano por 33 anos isenção nos primeiros , totaliza R$ 181,5 milhões, uma fração do R$ 1,2 bilhão investido. Inferior ao que arrecadava antes da iniciativa privada. Previsão de lucro líquido até 2048: R$ 1,4 bilhão – um favorecimento ilícito (e imoral, antiesportivo, etc.) aos coirmãos Fla-Flu.

DISCRIMINAÇÃO SOCIAL - Uma torcida menor e elitizada consegue expulsar – da parte à direita da tribuna - a maior e mais pobre, alegando uma parceria público-privada. Ação é hostil aos vascaínos – mas, para a FlaPress – que prega “paz” – uma bobagem. O sentido de “violência” para usurpadores desse naipe só vale contra eles. O clube da elite branca assinou com o Consórcio Maracanã S/A e sua primeira medida foi ocupar o lugar desde 1950 reservado para a torcida do Vasco. Ingênuo, o presidente Dinamite agiu tarde.

JOGO DA INGRATIDÃO - O Fluminense expulsou a torcida do Vasco do seu lugar por 63 anos em um jogo pelo Brasileirão. Vascaínos revoltados. A FERJ, o Vasco, os Bombeiros e a Polícia Militar pedem ao fidalgo que reconsidere. As organizadas protestam. Dinamite sugere que os vascaínos fiquem em casa. Eurico Miranda os convoca a comprar ingressos destinados aos tricolores:Quanto ao Sr. Peter Siemsen (presidente), digo a ele que eu ajudei a tirar direto o Fluminense da 3ª para a 1ª divisão e exijo que respeite a instituição Vasco da Gama e os seus torcedores”.

Vasco 3x1. 

Juninho festejou o seu gol à direita da tribuna, diante da torcida pó-de-arroz.

Um protesto.

Um escandaloso protesto!

A SporTV, da FlaPress – neste caso, omissa até a medula – simplesmente não explicou o episódio. O tricolor e narrador Luiz Carlos Júnior e o comentarista fizeram vista de paisagem.

28 de novembro de 2023

HUMORISTA ATACA OS VASCAÍNOS

Após degustar almôndegas deterioradas, na última terça-feira (27-11) o humorista Antônio Tabet abriu sua boca suja e jorrou palavras no “X” para ofender os vascaínos e o herói da humanidade Vasco da Gama:  

- Não pode falar bem do campeonato de futebol da Arábia Saudita porque o país é isso ou aquilo, disse o vira-latas que adora uma liga de colonizador racista e torce para time com nome de genocida português.

Como é?

Tabet é um dos donos do canal flamenguista GOAT – vai transmitir o próximo Campeonato Carioca, menos os jogos do Vasco!

Já foi o vice-presidente de Comunicação do Flamengo.

Incapaz de fazer rir sem apelar a palavrões e\ou grosserias – também é um golpista.

Este humorista-golpista-degustador de almôndegas deterioradas deveria saber muito bem que o time que carrega a mancha suja do racismo é o Flamengo (o Flu também).

O clube que tira a vida de crianças no dormitório e culpa os raios é o Flamengo.

É o clube da elite – fundado e frequentado até hoje por ela – que tira onda de popular mas o DNA branquinho não engana.

Recordista mundial de títulos conquistados no trambique.

23 de novembro de 2023


A BABA GOSMENTA DA FLAPRESS

Quinta-feira, 23/11 - O site "garrafão rubro-negro" produziu fofoca: O Vasco será julgado no STJD porque alguns torcedores, no ginásio de São Januário,  xingaram a juíza Andrea de "piranha".

O técnico de basquete flamenguista Conti, um tremendo cara-de-pau, deve ser figurinha no garrafão. 

Como se a torcida rival fosse exemplo de bom comportamento.

Já o veterano de FlaPress Anselmo Gois, em O Globo, noticiou a legítima briga judicial do Vasco contra o Porto - mas pelo viés da maldade.

Gois escreve com uma baba gosmenta que escorre no canto da boca. 



FLA-FLU: OVERDOSE DE HIPOCRISIA

O Governo rubro-negro do Estado do Rio de Janeiro criou impedimentos à participação do Consórcio “Maracanã Para Todos” e da Arena 360 no chamamento público do Maracanã para a gestão temporária. 

Logo em seguida, a dupla Fla-Flu emitiu uma nota infame, considerando “absurda contradição” a ausência do Vasco. 

Reportagem da FlaPress procurou mostrar isenção: ”O Vasco entende que não houve isonomia” - a manchete. 

“Entende”?! 

NÃO HOUVE ISONOMIA - só idiotas e míopes de caráter não veem.