NINHO DAS MORTES: A FALÊNCIA DA JUSTIÇA
Uma coincidência marcou os títulos do Flamengo da Libertadores de 2019 e 2025: no primeiro, o incêndio na concentração improvisada no CT Ninho do Urubu tirou a vida de dez adolescentes e causou lesões graves em três. Os sobreviventes conheceram o horror. Seis anos depois, o juiz Tiago Fernandes de Barros, a 36ª Vara Criminal do TJRJ, sem pudor, livrou a cara dos 11 acusados de “incêndio culposo qualificado” (homicídio culposo). Intrigado com o desfecho dessa dupla traição às vítimas e seus familiares – pelo clube e pelo Estado – O MEU VASCÃO recorreu à Inteligência Artificial do GOOGLE.
Quatro países na pesquisa: Inglaterra, França, Alemanha e China. Em todos, a punição seria rigorosa aos clubes e seus dirigentes, especialmente na terra de Confúcio, com a prisão preventiva inevitável. Esportivamente, penas severas, nem tanto na Budesliga. Clube que mata dez crianças, em qualquer lugar, perde o patrocinador (estatal). Por muitíssimo menos, a japonesa Nissan rescindiu contrato com o Vasco, em 2013, devido a uma briga de torcida, sem mortes, na qual os vascaínos eram visitantes, estavam em minoria e se defenderam.
NO CASO BRASILEIRO, É UM CRIME SEM CRIMINOSOS... Por envolver o “mais querido” pela FlaPress, aquele que tudo pode, acima das leis e das regras.
Em outubro de 2025, Tiago Fernandes de Barros absolveu sete envolvidos. Antes já tinha favorecido quatro réus, incluindo o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello – não foi absolvido, mas, pela idade avançada, livrou-se da pena. Segundo o magistrado, a Polícia Civl reuniu provas ruins, enquanto o Ministério Público formulou errado a denúncia.
A nota dos parentes: “Grave afronta à memória das vítimas”. Já a Promotoria, inconformada com a sentença, recorreu: “(...) em 106 páginas, demonstraram de forma detalhada, com base em laudos técnicos, documentos oficiais e depoimentos de testemunhas, que a tragédia foi consequência de falhas estruturais e administrativas bem conhecidas e ignoradas (...). O MP não se limitou a apontar irregularidades, mas comprovou o nexo causal entre as omissões dos gestores e o resultado fatal”.
O que seria do LIVERPOOL se dez jogadores adolescentes ingleses fossem mortos dentro da concentração precária do clube, de madrugada, em um incêndio por omissão?
CONSEQUÊNCIAS LEGAIS E CRIMINAIS - O clube e seus diretores seniores seriam alvo de extensas investigações policiais e judiciais por homicídio culposo (involuntário) e lesão corporal grave por omissão e negligência. A falta de licenças de funcionamento válidas e as condições de alojamento inadequadas resultariam em acusações criminais para os responsáveis.
CONSEQUÊNCIAS FINANCEIRAS - O clube enfrentaria ações civis movidas pelas famílias das vítimas, resultando em indenizações milionárias. Além disso, haveria multas impostas pelas autoridades governamentais e possíveis perdas de receita de patrocinadores e parceiros que desejariam se distanciar da imagem negativa do clube.
CONSEQUÊNCIAS DE IMAGEM E REPUTAÇÃO - A tragédia geraria uma condenação pública e da mídia global, manchando irrevogavelmente a reputação do clube. O clube enfrentaria intensa pressão da opinião pública, de torcedores e de grupos de direitos humanos por justiça e reformas sistêmicas no futebol de base.
CONSEQUÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS - O impacto mais profundo seria a perda irreparável das vidas dos jovens, causando dor incomensurável às famílias e à comunidade do clube. A tragédia levaria a um luto coletivo e a debates sobre a segurança e o bem-estar dos jovens atletas em centros de treinamento.
Com base em casos reais, como o incêndio no CT do Flamengo em 2019, que resultou na morte de dez jovens, as investigações destacaram falhas sistêmicas e negligência, com o clube ciente dos riscos e das condições precárias das instalações. As consequências no Brasil incluíram longas batalhas judiciais por indenizações e processos criminais (embora os réus tenham sido absolvidos em primeira instância recentemente). Em um contexto inglês e com a maior visibilidade global do Liverpool, a pressão por responsabilização e justiça seria ainda mais intensa, dada a atenção a tragédias anteriores como a de Hillsborough, que resultaram em grandes mudanças na segurança dos estádios.
O que seria do BAYERN DE MUNIQUE se dez jogadores adolescentes alemães fossem mortos dentro da concentração precária do clube, de madrugada, em um incêndio por omissão?
RESPONSABILIDADE CRIMINAL - Dirigentes e funcionários do clube poderiam enfrentar processos por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) ou outros crimes relacionados à negligência e omissão, dependendo da legislação alemã. No caso do Flamengo, todos os réus foram absolvidos em primeira instância na esfera criminal, mas isso gerou grande revolta e pode ser revertido em instâncias superiores.
RESPONSABILIDADE CIVIL E FINANCEIRA - O clube seria obrigado a pagar indenizações substanciais às famílias das vítimas por danos morais e materiais, além de pensões vitalícias. O Bayern de Munique também teria que arcar com custos judiciais significativos. O Flamengo firmou acordos de indenização com todas as famílias, com valores que chegaram a milhões de reais por família, além de pensões mensais [para o clube, migalha].
IMPACTO NA IMAGEM E REPUTAÇÃO - A imagem do clube seria severamente manchada globalmente, enfrentando críticas intensas da mídia, torcedores e patrocinadores. A pressão pública exigiria transparência e mudanças imediatas na gestão e infraestrutura.
CONSEQUÊNCIAS ESPORTIVAS E ADMINISTRATIVAS - Embora punições esportivas diretas (como perda de pontos ou rebaixamento) possam não ser automáticas, a pressão externa e interna poderia levar a mudanças na diretoria, demissões de funcionários e reavaliação de todos os procedimentos de segurança e alojamento da base.
MUDANÇAS ESTRUTURAIS E LEGAIS - A tragédia provavelmente levaria a uma revisão rigorosa das leis e regulamentos de segurança para centros de treinamento na Alemanha e, talvez, em toda a Europa, garantindo que instalações precárias, como contêineres adaptados, não sejam mais utilizadas para alojamento de jovens atletas. Em resumo, a tragédia geraria um escândalo de grandes proporções, com sérias consequências legais e financeiras, além de um dano irreparável à reputação do clube, forçando mudanças profundas em sua operação.
O que seria do OLYMPIQUE LYON se dez jogadores adolescentes franceses fossem mortos dentro da concentração precária do clube, de madrugada, em um incêndio por omissão?
CONSEQUÊNCIAS LEGAIS E JUDICIAIS
INVESTIGAÇÕES CRIMINAIS - Autoridades francesas (polícia, Ministério Público) iniciariam imediatamente investigações para apurar as responsabilidades penais pela tragédia. Dirigentes, engenheiros e responsáveis técnicos do clube poderiam ser indiciados por crimes como homicídio culposo (por omissão ou negligência).
PROCESSOS CÍVEIS - As famílias das vítimas e os sobreviventes (se houver) entrariam com ações cíveis exigindo indenizações por danos morais e materiais. O clube seria processado por responsabilidade civil, buscando reparação financeira pelos danos causados.
BLOQUEIO DE BENS - A Justiça poderia determinar o bloqueio de ativos financeiros do clube como garantia para o pagamento de eventuais indenizações.
PUNIÇÕES ADMINISTRATIVAS - As autoridades locais, a Federação Francesa de Futebol (FFF) e a Liga de Futebol Profissional (LFP) poderiam aplicar sanções administrativas ao clube, como interdição do centro de treinamento, multas e, em casos extremos de irregularidades graves e sistêmicas, até mesmo rebaixamento de divisão ou perda de pontos (embora isso seja menos comum do que as ações cíveis e criminais).
CONSEQUÊNCIAS FINANCEIRAS
INDENIZAÇÕES MILIONÁRIAS - O clube teria que arcar com o pagamento de indenizações vultosas às famílias das dez vítimas e de quaisquer sobreviventes. No caso do Flamengo, as indenizações pagas às famílias foram de valores significativos, mesmo com longas batalhas judiciais [para o clube, migalha].
CUSTOS COM PROCESSOS - O Lyon enfrentaria altos custos com honorários advocatícios e despesas judiciais decorrentes das múltiplas ações na justiça.
PREJUÍZOS COMERCIAIS - Patrocinadores e parceiros comerciais poderiam rescindir contratos ou suspender pagamentos, devido à imagem negativa associada à tragédia.
CONSEQUÊNCIAS DE IMAGEM E SOCIAIS
DANO IRREPARÁVEL À IMAGEM - O clube sofreria um dano de imagem imensurável e duradouro, com críticas da mídia, torcedores e opinião pública sobre a negligência e as condições precárias de suas instalações.
PROTESTOS E PRESSÃO PÚBLICA - Haveria grande comoção social e pressão pública por justiça e responsabilização dos culpados.
IMPACTO NO ELENCO E FORMAÇÃO - A tragédia teria um impacto psicológico devastador sobre os jogadores, funcionários e a comunidade do clube. A reputação da base do clube, uma de suas forças históricas, seria severamente afetada. Em resumo, as consequências seriam catastróficas em múltiplas frentes, com o clube enfrentando um escrutínio intenso e a necessidade de lidar com as ramificações legais e éticas da tragédia por muitos anos.
O que seria do DALIAN YINGBO se dez jogadores adolescentes chineses fossem mortos dentro da concentração precária do clube, de madrugada, em um incêndio por omissão?
INVESTIGAÇÃO CRIMINAL - Autoridades chinesas iniciariam uma investigação criminal imediata. Dada a descrição de "concentração precária" e "omissão", os diretores e responsáveis pelo clube provavelmente seriam acusados de negligência criminal. Em casos de segurança anteriores na China com múltiplas vítimas, houve prisões e condenações à prisão.
RESPONSABILIDADE CIVIL E INDENIZAÇÕES - O clube enfrentaria processos civis das famílias das vítimas por danos morais e materiais. O Dalian Yingbo seria obrigado a pagar indenizações substanciais. No caso do Flamengo, o clube fechou acordos de indenização com as famílias das vítimas no valor de milhões de reais [para o clube, migalha].
IMPACTO NA IMAGEM E REPUTAÇÃO - A tragédia teria um impacto devastador na imagem pública do clube, resultando em intensa pressão da mídia e da sociedade, o que poderia afetar patrocinadores, torcedores e o futuro do clube.
SANÇÕES ESPORTIVAS E ADMINISTRATIVAS - A Associação Chinesa de Futebol (CFA) poderia impor sanções disciplinares, como multas pesadas, perda de pontos, rebaixamento ou até mesmo a suspensão das atividades do clube, dependendo da gravidade das violações de segurança e licenciamento.
INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL - O governo chinês tem um histórico de resposta rigorosa a acidentes graves relacionados à segurança. Poderia haver uma intervenção direta nas operações do clube e uma revisão das normas de segurança para todas as academias de base do país para evitar recorrências.
DIFICULDADES FINANCEIRAS E EXISTENCIAIS - A combinação de indenizações, multas e a perda de patrocínio poderia levar o clube a enfrentar sérias dificuldades financeiras, possivelmente resultando em insolvência ou venda forçada, especialmente se o clube já tiver problemas financeiros como os mencionados em sua história recente. Em resumo, a omissão e negligência resultariam em um cenário de crise profunda com consequências duradouras para o Dalian Yingbo.

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