PARAMOUNT DÁ RASTEIRA NA FLAPRESS
Na vitória do Vasco por 3x0 sobre o Olímpia, do Paraguai, pela Copa Sul Americana, na noite da última quinta-feira (30\4) em São Januário, o mais chocante não foi o golaço de Pumita e sim a atuação da equipe do canal a cabo Paramount, de longe a melhor transmissão por TV de um jogo do Vasco em muitos anos.
Como a Paramount transmitiu a partida com exclusividade, muitos vascaínos (mal) acostumados a serem maltratados nas transmissões da Flapress (TV Globo, SPORTV, etc) foram surpreendidos. A equipe formada pelo narrador Marcelo Hazan, a comentarista Marília Ruiz e a repórter Monique Cardone deu show de competência.
O assunto repercutiu positivamente nas redes sociais vascaínas e não seria para menos, com a transmissão humanizada pela inclusão das manifestações da torcida. Para quem assistia na TV, deu brilho ao espetáculo.
A equipe da Paramount não questionava se aquele Vasco não era o titular ou se o estádio não tinha lotado.
“Estamos recebendo mensagens do Maranhão, do Piauí, de todo lado. A torcida do Vasco é gigantesca, em todo o Brasil”, dizia Hazan ao vivo.
O cinegrafista caprichava em closes da torcida vascaína.
Exaltavam as conquistas: “tricampeão sul americano: em 1948 campeão dos campeões sul americano, em 1998 da Libertadores, em 2000 da Mercosul e agora falta a Copa Sul Americana”. Assim, valorizavam a competição e o produto à venda.
Marcelo Hazan narrou como se na Força Jovem estivesse, tudo adquiria novas cores:
“Leonardo Jardim repõe a bola e lá estão eles cantando, os Loucos da Saída três”... “O jogo está para acabar, agora é o tema da vitória, sempre cantam assim nos momentos finais; o Vasco é minha vida, sua história vamos honrar”... “Bola com Marino, avança e perde”... “Nunca vão entender esse amor!”.
Quase no final anunciou o próximo jogo (2\5), “um grande clássico nacional no qual o Flamengo não perde há 13 jogos”. Sem alarde, sem olhos esbugalhados. E só.
Os comentários de Marília Ruiz eram pertinentes e respeitosos. Não sei o clube do coração deles, isso nem importa, porque são a prova de que a apaixonada torcida vascaína merece muito mais do que recebe da sinistra Flapress.

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