2 de maio de 2026

PARAMOUNT DÁ PONTAPÉ NA FLAPRESS

Na vitória do Vasco por 3x0 sobre o Olímpia, do Paraguai, pela Copa Sul Americana, na noite na última quinta-feira (30\4) em São Januário, o mais chocante não foi o golaço de Puma Rodriguez e sim a atuação da equipe do canal a cabo Paramount, que fez de longe a melhor transmissão por TV de um jogo do Vasco em muitos anos. 

Como a Paramount transmitiu a partida com exclusividade, muitos vascaínos (mal) acostumados a serem maltratados nas transmissões da Flapress (TV Globo, SPORTV, etc) quase entraram em choque. A equipe formada pelo narrador Marcelo Hazan, a comentarista Marília Ruiz e a repórter Monique Cardone deu show de competência.

Tanto que o assunto repercutiu positivamente nas redes sociais vascaínas e não seria para menos, com a transmissão astutamente humanizada pela inclusão das manifestações da torcida em São Januário. Para quem assistia, deu brilho ao espetáculo. 

A equipe da Paramount não questionava que aquele Vasco não era o titular ou que o estádio não tinha lotado.

Os olhos deles só captavam a alegria. “Estamos recebendo mensagens do Maranhão, do Piauí, de todo lado. A torcida do Vasco é gigantesca, em todo o Brasil”, dizia Hazan ao vivo. 

O cinegrafista caprichava em closes na torcida vascaína.

Exaltavam as conquistas: “tricampeão sul americano: em 1948 campeão dos campeões sul americano, em 1998 da Libertadores, em 2000 da Mercosul e agora falta a Copa Sul Americana”. Assim valorizavam a competição e o produto á venda. 

Marcelo Hazan narrou como se na Força Jovem estivesse, a assim a tudo adquiria novas cores: 

“Leonardo Jardim repõe a bola e lá estão eles cantando, os Loucos da Saída três”... “O jogo está para acabar, agora é o tema da vitória, sempre cantam assim nos momentos finais; O Vasco é minha vida, sua história vamos honrar”... “A bola com Marino, avança e perde”... “Nunca vão entender esse amor!”.

Quase no final anunciou o próximo jogo (2\5), “um grande clássico nacional no qual o Flamengo não perde há 13 jogos”. Sem alarde, sem olhos esbugalhados. E só.

Os comentários de Marília Ruiz eram pertinentes e respeitosos. Não sei o clube do coração deles, isso nem importa, porque são a prova de que a apaixonada torcida vascaína merece muito mais do que recebe da sinistra Flapress.

Viva a Paramount.

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