COMO A FLAPRESS ACABOU COM O BOM HUMOR DE CHICO ANÍSIO
PRESSÃO NO JUIZ (2004)
“O jogo de futebol do domingo, no Rio, ao mesmo tempo em que deu o título ao Flamengo, nos mostrou com maior claridade duas coisas: a primeira, que o Vasco jogou contra o Flamengo, como eu sempre supunha e não contra o Felipe, como imaginava a nossa crítica esportiva. (...) A segunda coisa foi melancólica, porque eu me acostumei a comentar jogos desde os 17 anos de idade e sempre fiz o máximo para não deixar interferir nos meus comentários minha preferência por um clube ou pelo outro. E sempre consegui. Nesta semana de uma final surgiram coisas que foram faladas, prometidas, ameaçadas etc. (...) Fernando Calazans e Maurício Prado, dois cronistas do Flamengo que recebem um salário do jornal "O Globo", incitando o árbitro contra os defensores do Vasco, colocando as coisas de modo que à primeira falta sobre o Felipe fosse dado um cartão amarelo e, posteriormente, o vermelho. (...) O Flamengo venceu, o Vasco teve um jogador expulso (por causa do Felipe), mas os dois cronistas rubro-negros do "Globo", são, para mim, figuras espúrias porque apesar de não serem mais crianças, ainda não aprenderam a ter um bom comportamento de adulto. O que eles fizeram foi coisa de meninos sem responsabilidade; se eles não são isso, já sei o que são: pífios. Quanto à transmissão do Galvão Bueno, ele poderia ser mais honesto e vestir uma camisa do Flamengo. Ary Barroso fazia isso e era genial. É melhor ser francamente torcedor de um time do que ser do tipo desses”. (CHICO ANÍSIO)

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